
Por fim, chego a conclusão de que essa ideia de moralidade ou conduta absolutamente perfeita nos afazeres humanos trata-se de mera idealização moral inútil, e sinceramente, seria um tanto indesejável e sem graça. A perfeição é demasiadamente superestimada. Como dizia o indivíduo que foi razão desta introspecção…
O problema é que quando esses modelos mentais a respeito da existência entram em contato com a experiência real, com a verdade, nunca se mostram precisos, e invariavelmente neste contato, sofrimento é gerado, pois há um conflito do que era esperado e do real ocorrido. Quando vivemos em um conto de fadas, e a realidade nos prova que estávamos vivendo em um mundo de i…
É inegável que a experiência humana conforme a conhecemos é absolutamente dependente da linguagem. Conforme explicitado por Richard Bandler e John Grinder em “The Structure of Magic”, nós humanos usamos a linguagem de duas formas. A primeira é como um sistema de representação de nossa experiência. Nós chamamos isso de “pensar”, “racionalizar”, “fantasiar”. Quando nós estamos usando a linguagem como um sistema de representação, nós estamos criando um modelo de nossa experiência da realidade. Esse modelo de mundo que nós criamos utilizando a linguagem é baseado em nossas percepções do mundo. E como um sistema que se retroalimenta, nossas percepções são por sua vez parcialmente determinadas por nosso modelo de representação, uma vez que este teve sua primeira instância realizada.