O jardim dos amantes
Léo Borges
3014

Bem, Léo Borges , após grifar e comentar seu texto quase todo, digo, com obviedade, que o adorei.

De início, pela escrita primorosa, gosta, fluída.

Mas, em especial, pela pérolas que deixa para o leitor no caminho, dando no leitor aquele baque, ao tempo em que incute a semente da reflexão. Isto, provocar (tira do lugar comum), é, ao meu ver, um dos maiores dons da literatura, que, sutilmente, é capaz de transformar, ou, ao menos, incomodar.

O nas primeiras linhas aparenta mero caso de um trivial amor platônico juvenil, desnudado, é uma obra que reflete a natureza dos relacionamentos humanos, afetivos e sociais.

Parabéns pelo texto.

Abraço.