Sensação maravilhosa a de ler esse texto que nem mais te pertence, se é que me permite.
Juliana Campelo
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Poxa, Juliana Campelo , suas palavras me alegram demais. Quero mesmo não ter este texto, compartilhá-lo, entregá-lo, doá-lo, é um prazer. Dele, pra mim, só o que, pelo que disse, já consegui. Empatia e identidade alheia, e um sorriso no canto da boca. Aliás, reconheço tal sorriso, ele está no meu rosto agora, enquanto leio seu comentário atencioso, e escrevo esta resposta. Te peço, se possível, leve o texto contigo. Pois, em troca, já deixou muito por aqui.

Novamente, sou grato, pois dialogar, por aqui; partilhar, de modo mais direto, ideias e sentimentos, é o que, pra mim, há de mais recompensador no Medium.