caminhada
Lésbica e sapatão: quero ser todo dia um pouco mais
Fernanda Kalianny Martins
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Bom poder olhar pra trás e perceber que toda essa jornada – mesmo cheia de altos e baixos – moldou as pessoas que somos hoje. Ter essa consciência de si e não se culpar por seu próprio ritmo é mais que um presente, é uma construção.

Como me identifiquei lendo esse texto! Obrigada.

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