Aprendizados com a Fluxonomia 4D

Atividade da imersão em Fluxonomia 4D em Brasilía, fevereiro de 2017.

Com o que podemos contar nesses tempos de transição? Se os recursos financeiros estão escassos, como podemos fazer as coisas acontecerem? Essas e outras questões serão abordadas no bate-papo “O que tenho aprendido com a Fluxonomia” comigo na próxima terça-feira, dia 16 de maio, às 19h, no Entreato (Rua da República, 163), em Porto Alegre.

No encontro, vou contar um pouco como tem colocado em prática o conceito cunhado pela futurista Lala Deheinzelin, pois estou desde o ano passado participando da formação em Fluxonomia 4 D (sistema de gestão que integra visão, recursos, gestão e resultados de quatro dimensões da sustentabilidade: cultural, ambiental, social e financeira). A capacitação é telepresencial, com gente de vários cantos do País. Também participei de uma imersão incrível na UniPaz em Brasil, em fevereiro deste ano.

Tive contato com o tema pela primeira vez durante a Rio+20, em 2012, quando ganhei do Aaron Belinky (na época no Vitae Civilis) o livro Desejável Mundo Novo, onde Lala e o Movimento Crie Futuros mostram a necessidade de se planejar futuros positivos para o desenvolvimento pessoal, e consequentemente, para a humanidade. A partir de 2016, comecei a estudar o trânsito entre essas dimensões e percebi o quanto a Fluxonomia pode ajudar a melhorar a vida das pessoas. Com meus vinte e poucos anos de profissão, já transitei por vários ecossistemas da comunicação e acredito que por meio da Flux (como é chamada pelos fluxonomistas) é possível planejar e executar estratégias para qualquer coisa, desde o comportamento pessoal, um aniversário de criança até um negócio. “Nesse processo, convergir esforços é fundamental”.

Lala Deheinzelin explicou um pouco da Fluxonomia 4D no FICOO 2017, realizado em abril em Florianópolis.

No encontro, vou apresentar sua proposta de criação da Rede de Economia Criativa do RS para o mundo. Um nome divertido, mas que não é fechado só para os nascidos nos pagos, para chamar a atenção de como há iniciativas interessantes rolando dentro e fora do Estado. A rede começará suas atividades através de um grupo no Facebook, ideia que lancei durante o curso de extensão Inovação e Empreendedorismo em Indústrias Criativas, promovido pela Faculdade de Economia da Ufrgs, que rolou nos meses de março e abril de 2017 .

Trabalho com comunicação e meio ambiente desde 1993, principalmente com organizações do terceiro setor. Mas foi realizando capacitações em comunicação para essas instituições que me dei por conta o quanto aspectos intangíveis influenciam o engajamento de grupos para a solução de problemas. Em 2015, terminei uma pós-graduação em Dinâmica dos Grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos (SBDG), já fui coordenadora de comunicação de assessorias, repórter, editora, participei de vivências em Art of Hosting, coletivo de arte. Mas nada ensina mais a lidar com a sustentabilidade “climática de grupo” do que ser síndica, desempenho essa função pelo terceiro mandato, para isso todas as outras experiências foram super significativas.

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