Toda ela era vazia. Ali, deitada depois do gozo. Pensava na vida ao se lavar com aquele sabão barato. Notara que caíra em erro antigo. Mais do mesmo. Choro de mesmo motivo. Saliva desperdiçada naquela tarde lânguida…
Ainda é confuso, mas esse é o meu mundo. Imundo. Da cor daquele olhar que te fadiga nas tuas andanças aleatórias. Oratórias. Lições de moral por todo lado. Extravasam, escapolem pelos dedos da hipocrisia. Azia. Alimento diário da úlcera da intolerância. Ignorância. Despercebida, sobe no teu palco e bebe do teu alcool. Te intimida e te mostra pra vida. Essa é você.