26/11/15

Não sou nada.
Sinto-me como um cadáver
que ainda tem noção suficiente do seu corpo
para saber como mexer as suas articulações.

Ah, como a vida é bela!

Tanta beleza mete-me nojo
porque a beleza não é real.
Mas também,
sei lá eu o que é ou não real.
Sei tanto como ninguém,
e ninguém o sabe também.

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