A professora

Gif da Yanet Garcia por ser Yanet Garcia, não precisa de motivo.

A maioria dos caras chega aos 20 tendo comido uma dúzia de garotas e tendo a certeza que já sabe tudo sobre sexo. A maioria deles não teve a felicidade que eu tive em ter uma boa professora antes desta idade. A professora foi importante na minha vida porque foi a primeira mulher que levei pra um motel e não comi. Pelo menos não “aquilo naquilo” como dizia pudicamente um pregador da igreja que frequentei.

Lá pelos meus 17 anos, já na faculdade, fiz uma dessas viagens de grupo. Aluga-se um ônibus, mete-se todo mundo ali e tem como destino pra uma palestra, uma apresentação, uma qualquer coisa que justifique seu tempo, dinheiro ou apenas um bom motivo pra encher a cara. Depois da primeira palestra pela manhã, na hora do almoço, sem conhecer ninguém, pedi licença e me sentei na mesa dela. Vamos chamá-la de F. F era na época uma mulher casada com 32 anos, uma filha de 8, altura próxima de 1,70, morena, um pouco acima do peso e com uma bunda enorme. Me sentei em sua mesa porque precisava de um lugar pra sentar e ela e sua amiga pareceram as mais amigáveis antes que o tempo que eu ficasse em pé se tornasse um desconforto completo. O almoço transcorreu sem sobressaltos, boa conversa, nada demais. Acontece que na volta já no ônibus de noite passei por ela e fui dar boa noite. Sorri, segurei sua mão, ela me puxou pra um beijo, que eu daria na bochecha, mas ela me deu um selinho. Eu tinha 17 anos, não era nenhum idiota, mas isso já me fez passar o resto da viagem em claro, perdido, sem entender porra nenhuma.

Quando tivemos chance de conversar novamente, questionei o beijo, ao que ela respondeu:

“- Eu achei que você tava procurando uma amiga.”

Nada mais foi dito. Até porque eu não entendi nada. Na despedida desta conversa até tentei um outro selinho, que virou um beijo no canto da boca porque ela se virou pra beijar minha bochecha.

O caos foi instaurado em minha cabeça. Mas ele ficaria ali, hibernando por pelo menos dois anos antes que alguma coisa relevante acontecesse. Neste período a gente conversou bastante, criou proximidade, conheci sua filha, ela se divorciou, até que eu perdesse a paciência. Até que um dia pela manhã a seguinte conversa se deu por sms:

Eu: Vamos sair hoje?

F: Mas, hoje? Por quê?

Eu: Quero sair com você. Vamos ao cinema, sei lá.

F: Tem que ser HOJE?

Eu: Não, pode ser qualquer dia. Mas eu quero HOJE.

F: hum…ok?

Eu: Te pego as 15h.

F: Não, te encontro no shopping X às 16h.

F tinha essa coisa do controle. Eu não iria pegá-la, ela escolheu o lugar e a hora, apesar de eu ter escolhido a data. Eu tava me fudendo pra cinema, queria ela. Ela sabia disso. Ao chegar no shopping já dei um beijo na boca dela na hora de cumprimentar. Ela não pareceu assustada. Correspondeu ao beijo e segurou minha mão.

F: E então?

Eu: Vamos sair daqui.

F: Pra onde?

Eu: Não sei. Só vamos sair.

Peguei ela pela mão e a guiei até meu carro. Entramos, saímos do estacionamento do shopping e na saída dei de cara com um motel. Arrisquei!

Eu: Vou te levar ali.

F: Se você me levar vai ter que aguentar o que vai acontecer.

Virei o carro e entrei no motel. F sabia o que eu queria e sabia melhor ainda o que ela queria.

Eu ainda era um adolescente. Já tinha comido um punhado de gente de todo tipo. Eu achava que estava por dentro. Que sabia o que fazer. Assim, F com toda sua experiência e segurança não me intimidava. Mas devia. E eu era um tolo por não estar intimidado.

A gente começou a se beijar lentamente, mas eu fui como sempre apressando as coisas. Ela já segurou minhas mãos, olhou nos meus olhos e disse: NÃO!!! DEVAGAR. Eu estava fissurado naquela bunda. Era realmente enorme, ela estava linda e tinha colocado recentemente silicone (das muitas coisas que a separação fazem a uma mulher…). Eu não queria perder tempo. Ela tinha todo tempo do mundo. Ainda eram 16:30. Nos beijamos por horas enquanto meu pau estalava na calça até que ela tirou minha camisa. Se afastou, me olhou de cima embaixo. Me deixou desconsertado. Me senti um menino. Ela sorriu. Tinha todo controle sobre mim, sabia disso, usaria isso. Eu só podia me deixar levar. E deixei.

Aos poucos, bem aos poucos os beijos continuaram. As mãos encontravam lugares, tirei a blusa dela, ela se ajoelhou e tirou minha calça. Me olhou de novo. Eu senti que tinha o menor pau do mundo. O olhar dela era difícil de descrever. Estava tranquila, como poucas vezes vi alguém antes de uma transa.

Continuamos a pegação e ela virou de costas, tirou a calça se abaixando. Ela sabia que eu queria ver. E me deixou ver. Queria ser vista. Tem cenas que ficam presas pra sempre na sua cabeça. Ela sabe disso e quis que eu gravasse aquele momento. Conseguiu.

Eu a joguei na cama. Não dava mais pra perder tempo. Deitei por cima, olhando nos olhos, beijei sua boca, seu pescoço, fui descendo para alcançar os peitos. Ela virou. Ficou por cima de mim. Não imaginei que seria tão rápida. Não imaginei que tinha tanta força. Olhou nos meus olhos, beijou minha boca e disse no meu ouvido:

“Eu quero muito dar pra você. Mas quero que você goze dentro de mim. Quero sentir isso. E hoje eu não posso. Então você não vai me comer hoje.”

Rolou para o lado da cama. Ela ainda estava de calcinha e sutien, eu ainda estava de cueca. Meu coração tava pulando da boca e eu tava puto. Na minha cabeça ficou um “Que diabos!!!?”. Resisti, olhei pra ela e disse: “Não tem problema, existirão outras oportunidades”. Comecei a beija-la novamente, passando a mão pelo seu corpo. Apertei os peitos, coxas, levei minha mão até sua buceta…estava ensopada. Na minha gigante experiência, puxei a calcinha de lado e enfiei um dedo. Ela segurou minha mão. “NÃO! Vou te ensinar a fazer isso.”

Ela me empurrou pro lado da cama de novo. Estávamos deitados lado a lados. Tirou sua calcinha. Pegou minha mão, segurou meus dedos indicador e do meio e passou por toda extensão de sua buceta… de cima até embaixo, e subiu de novo. Parou em determinado lugar. Empurrou meus dedos contra ela e disse: “Isso, isso é o clitóris. Feche os olhos.” Soltou minha mão, tirou de cima dela e disse: “Já sabe o que é o clitóris, agora ache.” Parecia ridículo. E parece mais ainda escrevendo assim. Mas eu juro que nunca tremi tanto na minha vida. Naquela tarde, ela me ensinou a tocá-la, a massageá-la, a fazer movimentos circulares, a molhar o dedo na buceta quanto tudo fica seco demais. Ela gozou na minha mão, me fez sentir seu gosto. Me ensinou a chupá-la, a morder seus peitos, sentir seu cheiro. Com ela eu aprendi a apreciar cada momento.

Se F foi a primeira pessoa que eu levei pra um motel e não comi, ela também foi a primeira pessoa que me fez gozar com um boquete.

F também foi a primeira pessoa a elogiar meu pau.

“Você está muito bem servido”. Foi o que ela disse no final de tudo.

Tenho uma teoria que as mulheres sabem que o ponto fraco de todo homem é o pau. Por isso, quando querem agradá-los, se desculpar ou qualquer coisa do tipo elas falam bem do pau do cara. Mas só pra eles. E quando querem rebaixá-los, falam mal do dito cujo. Mas pra todo mundo. O mundo é cruel. F também foi, mas não tanto assim.

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