Amizade entre homem e mulher…

É bem melhor quando é assim

Desde adolescente que eu tenho uma caralhada de amigas mulheres. Então que eu fazia parte dessa galera que acreditava que era besteira não acreditar em amizade entre homem e mulher. Mas mesmo que eu acreditasse que eu era um amigo das minhas amigas, não houve uma amiga minha que eu não tivesse parado pra olhar sexualmente. E bem, a experiência me mostrou que o oposto também era verdade.

Pode ser que com você isso não ocorra, pode até ser que, como disse uma amiga minha depois de anos de amizade “até outro dia nunca tinha pensado em você de forma sexual”, mas se não aconteceu, uma hora irá acontecer.

V era amiga de uma amiga. A gente se conheceu porque eu marquei com essa amiga de fazer uma corrida e ela chamou V. Loira, alta, magra, na casa dos 30 anos, V é o tipo de mulher bem resolvida. Atlética, corria sem dificuldade. A gente se tornou próximos. A amizade evoluiu e a gente saía em grupos, passamos noitadas e nos divertimos para caralho por aí. Tudo isso sem nunca nos pegarmos. Primeiro porque eu nunca achei que ela desse qualquer sinal que poderia acontecer, segundo porque talvez ela nunca tivesse achado que eu dava sinal de que podia acontecer. “Life most of times sucks”, ficam dois esperando sinais e ninguém faz porra nenhuma.

Um dia, tinha aniversário de alguém da turma e combinei com V de levá-la. Eu passaria na casa dela, e nós iríamos de lá. Alguma balada ruim, com música ruim e um monte de gente querendo desculpa pra se pegar. Cheguei na casa dela e ela não estava pronta. Na verdade, nem tinha começado a se arrumar. Me chamou no quarto, pediu minha opinião entre dois vestidos. Não lembro nada deles. Sei que disse que preferia um e ela pediu licença pra ir tomar banho. Fiquei sentado na cama dela esperando. Só aí a ficha caiu. Caralho, tamos os dois aqui, ela tá ali, tomando banho, lindamente nua no cômodo do meu lado e eu to aqui na cama dela esperando ela sair do banho?

V saiu do banho enrolada na toalha e eu a abracei por trás. Gritou de susto e me chamou de doido ao perceber que era eu. Virou de frente pra mim e deixou a toalha cair no chão. Ela estava com os cabelos molhados e, não sei se alguém já te disse, mas mulher de cabelo molhado é sexy pra caralho. Começamos a nos beijar e ela me arrastou de volta pro banheiro com ela. Tirou minha camisa e me beijava enquanto eu deslizava minhas mãos pelo seu corpo.

Ligou o chuveiro e disse que me queria ali com ela. Transar no chuveiro parece uma ótima ideia quando você vê isso num filme mas, por mais que água dê um toque especial numa transa, a real é que os boxes costumam ser pequenos, o chão escorregadio e a posição em pé escorregando não é das melhores. Mas V é muito boa nisso. Eu tiro chapéu pra mulher que fode bem. Mesmo! V podia dar aula, se é que já não deu por aí. V não se encostou de costas na parede, levantou uma perna e direcionou meu pau pra dentro dela. Ela colocou as próprias mãos na parede levantou a bunda na minha direção e me empurrou na parede oposta. “Ahhhh era só uma foda de quatro” você vai dizer. Eu também diria, eu sei. Mas eu tava lá, então sei que não era. Eu tava parado e ela fazia todo o trabalho. Maravilhosamente.

Ficamos nessa posição por algum tempo. V rebolando de uma forma deliciosa enquanto eu a segurava pela cintura e metia com força dentro dela. Em dado momento V tirou uma das mãos da parede e começou a se masturbar. Eu sentia as coxas dela tremendo contra as minhas e V fechava e abria a buceta contra meu pau (eu já tinha lido a respeito de pompoarismo, mas nunca tinha sentido uma mulher que tinha um controle tão preciso sobre a buceta. É encantador, pra dizer o mínimo). Ela gemia enquanto rebolava e eu metia com mais e mais força. Até que V entrou num gozo absurdo, se segurando no registro do chuveiro para não cair.

Neste momento ouvimos o telefone tocar. Estávamos muito atrasados pra tal da festa, onde todo mundo só esperava a gente pros parabéns. V me olhou com olhos chateados. “A gente precisa ir”. Quando a gente é mais moleque custa a entender essas frases afirmativas das mulheres que na verdade querem dizer outra coisa. V queria que eu dissesse “Não, não precisamos ir. Vamos dizer que o pneu furou, vamos demorar, que cantem parabéns, foda-se. Vamos ficar. Vamos fuder na cama, naquela pia ali do banheiro, depois no seu sofá, amanhã de manhã podemos fuder na mesa da sua cozinha durante o café.” Mas, eu era um moleque e só emendei um “É, vamos lá.”

Eu não duvido de amizade entre homem e mulher. Sério, dá pra ser amigo, mas se puder fuder de vez em quando…

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