“… nós dois fomos feitos muito para nós dois…”

[Nosso estranho amor, Caetano, música de um ano que eu não tinha idade pra entender ou nem era nascida… Mas aí a gente cresce, ama muitos amores, ouve Caetano em diversos carnavais, em reflexão política, na chamada da novela que a gente não vai assistir, até que um dia se rende poeticamente porque Caetano já escreveu e cantou todos os melhores versos que você vai achar que poderia escrever, dizer ou berrar — e vai torcer para repetir pro corpo que combina com seu jeito que fomos feitos muito para nós dois!]