Confira a lista dos selecionados no Laboratório de Inovação Cidadã Rio 2017

​1. #MapaDasMina

SINOPSE​: “O #mapadasmina é um projeto de plataforma digital e intuitiva para promover, visibilizar e apoiar as candidaturas de mulheres nas eleições 2018. Faremos isso através do mapeamento, por meio de algumas etapas: sensibilização dos partidos para a pauta da paridade de gênero, perfil das candidatas, divulgação das candidatas e apoio a campanhas individuais de financiamento coletivo. Nosso principal objetivo é atacar dois dos maiores gargalos que percebemos nas candidaturas de mulheres: a falta de apoio e financiamento para as campanhas e as candidaturas fantasmas.”

PROPONENTE​: Cristiane Vianna Amaral
CONTATO​: coletivomapadasmina@gmail.com

2. ​Kigeme​ ​Cultural​ ​Pataxó​ ​Iriri​ ​Kana​ ​Pataxi​ ​Ui​ ​Tanara

SINOPSE​: “Criação, elaboração e desenvolvimento do espaço bioconstruído com o objetivo de agregar e incentivar a prática, fortalecimento, aproriação de tecnologias livres e sustentáveis e intercâmbio de saberes da etnia Pataxó Hã Hã Hae residentes na reocupação do território ancestral em Paraty, Rio de Janeiro.”

PROPONENTE​: Luiz Mayerhofer
CONTATO​: luizmayerhofer@gmail.com

3. ComuRede

SINOPSE​: “Rede sem fio em malha e comunitária para acesso gratuito a internet, com informações locais por IoT e sustentabilidade baseada em anúncios, aliada a makerspace de impacto social, para empoderamento de jovens em periferias e zonas de conflito, através de tecnologias acessíveis e Open Source.”

PROPONENTE​: Filipe de Oliveira Rimes da Silva
CONTATO​: frimes@gmail.com

4. ​ ​Artesãs​ ​da​ ​Maré

SINOPSE​: “Queremos criar um site onde possamos vender roupas e acessórios das Artesãs da Maré que hoje tem 12 pessoas trabalhando, mas que pode chegar a ter 50 pessoas ou mais gerando trabalho e renda com o trabalho de costureiras, bordadeiras e crocheteiras.”

PROPONENTE​: DEVAS — DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS — Artesãs da Maré
CONTATO​: clarice@devas.org.br

5. Projeto Marias

SINOPSE​: “Considerando que o público-alvo desse projeto são as mães, avós, tias e irmãs cuidadoras de pessoas com deficiência e a tripla-carga feminina (Breilh, 1991), as temáticas de empoderamento das mulheres e a inclusão das pessoas com deficiência são transversais a todas as atividades desenvolvidas pelo Projeto Marias. Especificamente, o Projeto visa contribuir para o empoderamento, aumentar a capacidade de resiliência e melhorar a qualidade de vida dessas cuidadoras e suas famílias, através do desenvolvimento de ações das seguintes categorias: formação política; cultura e arte; geração de renda / empoderamento econômico; saúde e reabilitação; e, educação. Apresentamos algumas atividades desenvolvidas para cada
categoria:

Formação política das mulheres:

  • Representação do Projeto Marias nas conferências pré-municipal (2015), municipal (2015), estadual (2015) e nacional de Políticas para as Mulheres (2016);
  • Participação na Marcha das Mulheres Negras — RJ (2017);
  • Rodas de conversas para a troca de experiências das cuidadoras para sua socialização e para a construção de conhecimentos sobre seus direitos incluindo a legislação, os recursos disponíveis do Poder Público, etc.;
  • Rodas de conversas em colaboração com a coletiva “Mulheres de Atitude de Manguinhos” para a construção de redes e a ampliação do ativismo feminista;
  • Mobilizações para gerar pressão social em prol da saúde, do acesso à cidade, do apoio as cuidadoras, etc.;
  • Palestras, encontros de mulheres…

Cultura e arte:

  • Ensino de técnicas de produção de artesanatos;
  • Encontros artísticos para elaboração de artesanatos;
  • Passeios para museus, teatros, etc. com transporte visando o lazer, a acessibilidade, o direito à cidade e a qualidade de vida;
  • Arte para a socialização e como mecanismo de manejar o estresse;
  • Parceria com o Teatro do Oprimido para estimular a reflexão sobre o acesso à cidade e a pessoa com deficiência.

Geração de renda / empoderamento econômico:

  • Parceria com a cooperativa de catadoras de resíduos recicláveis de Manguinhos;
  • Preparo e entrega de cestas de materiais para as mulheres nas condições mais vulneráveis para iniciar a produção de produtos (chinelos decorados, bijuterias, crochês, etc.) para revenda;
  • Estabelecimento de parcerias com Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos do Complexo de Maguinhos (COOTRAM) e a Casa do Trabalhador — Manguinhos.

Saúde e reabilitação:

  • Brincadeiras lúdicas para estimular o aprendizado e a especialidade motora de crianças e adolescentes;
  • Desporto coletivo e inclusivo para estimular a interação de crianças sem e com necessidades especiais e o trabalho em equipe;
  • Representação no Conselho Gestor Intersetorial do Teias-Escola Manguinhos em defesa das pessoas com deficiências e suas cuidadoras;
  • Participação em Conferências.

Educação:

  • Pré-diagnóstico de crianças e adolescentes de escolas públicas com encaminhamento para especialistas nos distúrbios de aprendizagem;
  • Atendimento psicopedagógico individual e em grupos;
  • (Re)alfabetização de jovens e adultos;
  • Reforço escolar.

Especificamente no período desse edital, gostaríamos desenvolver ações de fotografia e filmagem humanizada com estas cuidadores e os seus filhos especiais, visando:

  • a) o empoderamento desses atores a partir das suas concepções de
    identidade como mulheres e/ou pessoas com necessidades especiais e moradores de territórios de Favelas
  • b) a cidadania através da visibilidade desses atores para a conscientização da população sobre a necessidade de ações de inclusão. Essas ações fomentarão um diálogo humanizado em torno da diversidade e da inclusão.

Referência: Breilh J. La triple carga: trabajo, prática doméstica y procreación.
Deterioro prematuro de la mujer en el neoliberalismo. Quito: Centro de Estudios y Asesoria em Salud; 1991.”

PROPONENTE​: Instituto Kevyn Johnson/ Projeto Marias: Como Posso Ajudar Meu Filho Especial
CONTATO​: normapsicopedagoga@gmail.com

6.​Cineclube​ ​Gigóia​ ​-​ ​Escola​ ​de​ ​Youtubers

SINOPSE: ​“Apoiados na metodologia do vídeo participativo, com este novo projeto pretendemos dar ferramentas de empoderamento e protagonismo para que os jovens criem seus próprios filmes e expressem as suas perspectivas sobre os problemas e soluções locais, traduzindo-os em filmes exibidos para a própria comunidade e para o público em geral. Os videos servirão também como ferramentas de avaliação.”

PROPONENTE:​ ​ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO CINECLUBE GIGOIA
CONTATO:​ ​iedarozenfeld@hotmail.com

7. Curta Na Central

SINOPSE: ​“Curta na Central é uma iniciativa da Mídia Ninja com o intuito de contribuir com a distribuição de filmes e a divulgação da filmografia de cineastas, promovendo um espaço de encontro entre realizadores audiovisuais e o público. Os vídeos são exibidos no estúdio do FRONT, no centro do Rio de Janeiro, a alguns metros da Central do Brasil. Cineastas de várias gerações, gêneros e estilos participam das exibições, seguidas por debates e confraternizações com os realizadores. Com atividade semanal, o cineclube aborda em sua programação questões relacionadas ao ativismo, como a militância LGBT, o feminismo, cultura de periferia, educação, movimento negro, meio ambiente, direito à cidade, gênero e sexualidade, ocupações urbanas, entre outros. O conteúdo é uma mistura de linguagens, clipes, vídeos de mídia independente, documentários, ficções, filmes experimentais, animações, curtas, videoarte, médias e longas-metragens visando abarcar a diversidade da cultura audiovisual. Os debates realizados após as sessões são transmitidos ao vivo pela Mídia NINJA, atingindo milhares de espectadores online, um alcance bastante além da sala de exibição, stimulando outras perspectivas para a difusão do audiovisual brasileiro e
suas discussões a partir das redes sociais. O Curta na Central considera também os momentos de interação do público com os cineastas fundamentais para o aprofundamento de trocas de experiências, surgimento de possibilidades de parcerias e novas exibições. Após as sessões, as confraternizações no terraço do Território Inventivo proporcionam um contato mais próximo do realizadores de cinema com o público.”

PROPONENTE​: Barbara Vida Mefano Fares
CONTATO​: barbaravida@hotmail.com

8. FAVELAB

SINOPSE: ​“O Laboratório Audiovisual FAVELAB surge do encontro de amigos na faculdade, onde nesses encontros os diversos prisões vividos ba periferia eram abordados e discutidos, sempre com grande insatisfação e vontade de mudar esse cenário.”

PROPONENTE:​ Eduardo do Nascimento Batista
CONTATO:​ ​favelab.contato@gmail.com

9. Mulheres ao Vento

SINOPSE​: “O projeto visa dar continuidade as ações do Mulheres Ao Vento que foi responsável por capacitar ao longo de 6 meses mulheres moradoras da Maré, com idades acima de 15 anos, sendo a nossa participante mais velha com 71 anos, em aulas teóricas e práticas de dança e temas transversais como raça e etnia, sexualidade, gênero, Empoderamento negro feminino, utilizando como personagem principal a Orixá do panteão yorubá Oya, divindade responsável por comandar os raios e os ventos, culminando na criação e montagem de um espetáculo cênico, denominado:
Obinrin-Ventos na Maré! Que foi formado por essas mulheres e construído
coletivamente. A proposta do projeto é retomar as atividades, realizando as oficinas do Mulheres Ao Vento com outras mulheres da Maré que não tiveram a chance de participar no primeiro momento, também realizar apresentações do Espetáculo e de esquetes fruto das oficinas. As atividades de aula do Mulheres Ao Vento(MAV) ainda ocorrem em um formato menor, com um pequeno grupo e agora com uma abordagem mais teórica e formativa sobre a temática,uma espécie de grupo de estudos, no entanto, estamos realizando as atividades sem nenhum financiamento, fato que nos impede de dar continuidade com as turmas de aula de dança. De uma maneira geral o
MAV atua com a realização de oficinas formativas e com apresentações de
espetáculos que trazem por meio de uma linguagem artística, o papel da mulher na sociedade, bem como suas angústias e suas paixões, sobre a ótica de um orixá feminino da mitologia africana, Oya, que é responsável pelos raios e ventos. E partir desses encontros, levantam-se questionamentos e sentimentos sobre a experiência vivenciada. Os ritmos experimentados e desenvolvidos na metodologia do projeto são os populares, principalmente o samba, o jongo e o maculelê e a dança contemporânea, com foco na criação autônoma, criativa e coletiva, não sendo necessário ter uma vivência prévia em dança.”

PROPONENTE​: Andreza da Silveira Jorge
CONTATO​: dezahjorge@gmail.com

10.​ ​ ​Poéticas​ ​e​ ​práticas​ ​corpóreas​ ​em​ ​Prisões​ ​Femininas

SINOPSE​: “O objeto de trabalho do Coletivo em Silêncio é a criação e o
desenvolvimento de linguagens que tomem o corpo e dimensões da corporeidade como fonte e a arte-ativismo como dispositivo agenciador. O Coletivo em Silêncio reúne artistas e pesquisadores CORPOMÍDIA dedicados à criação de laboratórios de experiências poéticas relacionadas aos cárceres — corpóreos, simbólicos e institucionais — com abordagem transdisciplinar. Observamos uma carência de abordagens psicopedagógicas mais sensíveis em relação ao trato com mulheres egressas e internas do sistema prisional em liberdade condicional. Experiências que propiciem uma reformulação dos valores próprios às suas subjetividades e sua relação com diferentes contextos sociais. A partir disso propomos um projeto com com foco no desenvolvimento de metodologias inovadoras, através da promoção de outros
modos de relação com o trabalho e a vida, tendo a arte e a mobilização de uma rede intersetorial (de produtividade sustentável de trabalho/renda) como ferramentas primordiais (corpo e territórios). O trabalho pretende alterar as marcas de violência impressas nos corpos das mulheres libertas, gerando novas mobilidades e articulações na sua inserção no mundo.”

PROPONENTE​: Daphne Madeira
CONTATO​: coletivoemsilencio@gmail.com

11.​ ​ ​Casa​ ​do​ ​Jong

SINOPSE​: “A Casa do Jongo, este novo e potente centro cultural dentro de uma favela na zona norte, já se tornou um espaço de referência do patrimônio imaterial fluminense cujo impacto se dá para além do denso bairro de Madureira, fazendo fruir a cultura do jongo mundo a fora. Porém, o desafio de sua sustentabilidade se coloca a cada dia, uma vez que o espaço tem funcionado graças a parcerias e voluntariado da comunidade da Serrinha. Em junho deste ano, lançamos uma campanha de financiamento colaborativo (https://benfeitoria.com/casadojongo) que precisa ser ampliada em sua grande rede. A Casa tem uma visitação de cerca de três mil pessoas, páginas que somam cerca de 15 mil seguidores e um website com constante visitaçòes. A Casa do Jongo aproximou-se das escolas públicas do entorno e implementa atividades de geração de renda e lazer gratuito num projeto de economia
solidária, arte e educação com as seguintes atividades: 1 Apresentações artísticas (arena). Espaço aberto para eventos e espetáculos, com capacidade para até 2000 pessoas, a arena reune artistas e convidados para rodas de samba e jongo mensais, criando um público cativo e atraindo visitantes de todas partes da cidade. 2 Sessões de Cinema. O Cineclube é o único da região e sua programação que valoriza a produção nacional em sessões seguidas por debates. Os alunos da Escola de Jongo usam também uma pequena sala como espaço pedagógico. 3 Oficinas de Arte / ESCOLA DE JONGO. A UFRJ é parceira há cinco anos da ESCOLA DE JONGO, através de seu programa de extensão (Departamento de Belas Artes e Educação Física). Há 16 anos, A escola baseada na pedagogia jongueira oferece gratuitamente aulas de arte para crianças e adolescentes no contraturno escolar. São atendidos 400 alunos com aulas de violão, capoeira, canto, jongo, cultura popular, percussões, artes plásticas, horta e leitura. 4 Exposições Temporárias e Permanente. A UFRJ também foi parceira em registrar, organizar e disponibilizar o acervo audiovisual sobre o jongo e a Serrinha que hoje está exposto tanto na Casa do Jongo quanto no museu virtual. A Casa do
Jongo possui uma exposição permanente (cujo acervo conta a História do jongo, da Serrinha, do bairro de Madureira e do samba carioca) que recebe visitas diárias tanto de moradores quanto de turistas da cidade e de todo mundo. Já a Galeria na entrada, é um espaço aberto para receber artistas plásticos em geral abrigando exposições temporárias e atraindo a comunidade local constantemente. 5 Biblioteca. Criada em 2006 com recursos do Instituto C&A, a Biblioteca reúne cerca de 800 títulos ligados à infância, cultura africana e brasileira, música, artes visuais, história brasileira e literatura. 6 Estúdio Musical. Parceria com grupo musical Jongo da Serrinha, oferece
infraestrutura e técnica para gravação de repertório de artistas e empreendedores locais e oficinas para formação de novos técnicos. O espaço fica disponível diariamente para agendamentos de artistas interessados.”

PROPONENTE​: Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha 
CONTATO​: dyonneboy@yahoo.com.br

12.​ ​ ​África​ ​na​ ​Cidade

SINOPSE​: “África Na Cidade tem o objetivo de criar uma plataforma de mapeamento, visibilização e promoção de iniciativas de impacto comunitário que utilizem a cultura negra como insumo para modelagem de novos negócios e soluções sociais de afirmação da diversidade nas cidades. É uma iniciativa alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (especificamente os objetivos 8, 10 e 11), e o Plano de Ação da Década Internacional para as pessoas de Descendência Africana, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas.”

PROPONENTE​: Luanda Ribeiro do Nascimento
CONTATO​: luamillennium@gmail.com

13.​ ​ ​África​ ​Livre

SINOPSE​: “O África Livre é uma ação cultural chancelada como Ação Local do Vidigal (2015/16) e promove desde 2013 a difusão de manifestações socioculturais e artísticas de origens africanas no Brasil com Mestres, artistas e pesquisadores das culturas afro brasileira e dos antigos povos da África do Oeste. O projeto oferece uma série de atividades, tais como oficinas de percussão, canto e dança com ritmos da cultura africana, vivências, rodas de diálogos, exibição de filmes, palestras de formação artística e qualificação da fruição cultural com base na construção da identidade de crianças, adolescentes e jovens de comunidades do Rio de Janeiro. A partir de encontros abertos com grupos de estudos orientados por Leonardo Suave,
no Vidigal em parceria com o Instituto Todos na Luta, no Muquiço em parceria com o Instituto Bola pra Frente, no morro da Babilônia em parceria com a Associação de Moradores, desenvolvem-se atividades preparatórias para o dia do evento, no qual serão apresentadas performances e realizadas oficinas com Mestres africanos e artistas pesquisadores brasileiros. O conteúdo programático das oficinas preparatórias que antecedem o evento, estimula a integração dos grupos e pessoas que vivenciam a cultura de matriz africana ao incentivar a iniciação artística e formação profissional de artistas e pesquisadores que reconhecem a importância do estudo da relação entre consciência corporal, rítmica e cultural existente na linguagem específica das artes da África do Oeste. As oficinas de percussão, dança, história e culturas de matrizes africanas ocorrem a partir de uma atividade sensorial que possibilita aos participantes o autoconhecimento, a coordenação motora, a
iniciação artística, a prática de conjunto e a formação profissional, já que articula a difusão de saberes e códigos específicos das expressões artísticas e culturais desenvolvidos pelos balés nacionais guineanos desde a década de 50, com as histórias dos ritmos e danças tradicionais de diversas etnias de Guiné.”

PROPONENTE​: Guiné Projetos Culturais
CONTATO​: leonardosuave1@gmail.com

14.​ ​ ​Para​ ​Não​ ​Esquecer

SINOPSE​: “Há algum tempo nós da kza1 pensamos uma maneira de utilizar nossos processos editoriais em trabalhos que envolvam, para além da arte, iniciativas vindas da sociedade civil em demanda por direitos. Desde o ano passado, dialogamos com Lucimar Muniz, uma das ativistas que lutam para divulgar as consequências da extinção da comunidade de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento da Barragem do Fundão ocorrido em 2015. O acontecimento é considerado o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Em Bento
Rodrigues, 18 mortos, 1 desaparecido e centenas de desalojados de uma comunidade que simplesmente sumiu de uma hora para outra. Lucimar Muniz usa em sua divulgação um material preciosíssimo, o jornal A Sirene, que assume uma postura editorial única em relação aos meios de comunicação que cobrem o assunto. Três meses após Crime socioambiental da Samarco/Vale/BHP Billinton, O jornal A Sirene começou a ser editado. A Sirene — Para não esquecer é um periódico mensal, produzido pelos atingidos da barragem do Fundão dos municípios de Mariana e Barra Longa. O jornal é uma parceria entre os atingidos, projeto de extensão “A Sirene e o direito à comunicação dos atingidos pela lama”, do curso de jornalismo da UFOP,
Arquidiocese de Mariana, coletivo Um Minuto de Sirene e MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). O jornal é lançado todo dia 5, na praça de Mariana, no ato Um Minuto de Sirene, criado para marcar o desastre e a sirene que não havia e poderia ter salvado muitas vidas. Tem tiragem de 2 mil exemplares, e distribuição em todas as casas temporárias dos atingidos que estão em Mariana. A versão impressa também é distribuída em Barra Longa. Nós, da kza1, queremos de ampliar essa voz. Como podemos, através do jornal, exercitar o seu slogan político “Para não esquecer”? Apesar de o jornal estar disponível para download, nós queremos propor um retrabalho, uma reedição de seu conteúdo em um livro que reúna a antologização das
24 primeiras edições, ou seja, dos dois primeiros anos de atividade e um portal de notícias que viabilize, de forma mais dinâmica, maior escoamento da informação produzida. Este é um projeto contra o esquecimento.”

PROPONENTE​: Filipe de Oliveira Rimes da Silva
CONTATO​: frimes@gmail.com

15.​ ​ ​Escola​ ​Doc

SINOPSE​: “A Escola Doc é espaço de circulação de ideias, pessoas e experiências em que a proposta é propiciar reflexões sobre as diversas formas do “fazer documental” a partir de diálogos entre profissionais e alunos, estudo de textos e filmes, realização de mostras e debates. A Escola também é um campo aberto para o desenvolvimento de projetos de pesquisa de professores e para produção de filmes, que podem ser realizados durante os cursos e como produto do encontro de um grupo de pessoas e suas afinidades. Na Escola Doc estudaremos as diversas variações do gênero ao longo de 85 anos de história e também as possibilidades narrativas que surgem com as novas tecnologias, em suas implicações políticas, ideológicas e formais. É um estar no presente com conhecimento das ferramentas do passado produzindo futuros possíveis.”

PROPONENTE​: Cristiana Grumbach Bronz
CONTATO​: cristiana@crisisprodutivas.com

16.​ ​ ​Laboratório​ ​do​ ​Pensamento​ ​Livre

SINOPSE​: “O Laboratório do Pensamento Livre atua a partir da Cidade de Deus nas áreas de produção cultural, partilha de saberes acadêmicos e populares, ativismo na área de Direitos Humanos, comunicação comunitária, produção audiovisual e cineclubismo, além do campo da literatura e poesia. Atualmente a Casa Criativa abriga os movimentos da Poesia de Esquina e do Cafuné na Laje. E o objetivo de participar do Laboratório de Participação Cidadã é desenvolvermos habilidades para gestão das nossas atividades e espaço criativo.”

PROPONENTE​: Viviane de Sales Silva
CONTATO​: vivi.lablivre@gmail.com

17.​ ​ ​Comunidiversidade

SINOPSE​: “O objeto de trabalho do Coletivo em Silêncio é a criação e o
desenvolvimento de linguagens que tomem o corpo e dimensões da corporeidade como fonte e a arte-ativismo como dispositivo agenciador. O Coletivo em Silêncio reúne artistas e pesquisadores CORPOMÍDIA dedicados à criação de laboratórios de experiências poéticas relacionadas aos cárceres — corpóreos, simbólicos e institucionais — com abordagem transdisciplinar. Observamos uma carência de abordagens psicopedagógicas mais sensíveis em relação ao trato com mulheres egressas e internas do sistema prisional em liberdade condicional. Experiências que propiciem uma reformulação dos valores próprios às suas subjetividades e sua relação com diferentes contextos sociais. A partir disso propomos um projeto com com foco no desenvolvimento de metodologias inovadoras, através da promoção de outros modos de relação com o trabalho e a vida, tendo a arte e a mobilização de uma rede intersetorial (de produtividade sustentável de trabalho/renda) como ferramentas primordiais (corpo e territórios). O trabalho pretende alterar as marcas de violência impressas nos corpos das mulheres libertas, gerando novas mobilidades e articulações na sua inserção no mundo.”

PROPONENTE​: Daphne Madeira
CONTATO​: coletivoemsilencio@gmail.com

18.​ ​ ​Plêiades.P2P:​ ​Ciência​ ​Cidadã​ ​no​ ​RJ

SINOPSE​: “Projeto Plêiades.P2P: Organizar oficinas de Ciência Cidadã no RJ. Pesquisa de temas de interesse local/regional/global e concepção de atividades práticas, de campo, ou de laboratório de baixo custo, buscando a abordagem da ciência aberta e cidadã, envolvendo leigos interessados, estudantes e especialistas. Oficinas relacionadas com Meio Ambiente (Sensores Ambientais, Identificação de Biodiversidade Local, Fauna, Árvores, Plantas e Aves Urbanas, Registro de Mudanças Climáticas, Poluição, Qualidade do Ar e da Água, Lagoas, Praias e Rios Urbanos), História da Ciência, Criação de Material Didático e Experimentos Didáticos, Noções
aplicadas de Astronomia, Cosmologia, Física, Eletricidade, Energias Renováveis, Lixo, Reciclagem, Análise de Ciclo de Vida de Materiais. Oficinas voltadas para educadores, especialistas, leigos interessados e estudantes. O projeto conta com uma sala própria em Niterói/RJ, que já sedia o núcleo Plêiades.P2P, com o cadastro de alguns apoiadores informais.”

PROPONENTE​: Gustavo Sigal Macedo
CONTATO​: gsigal6@gmail.com

19.​ ​ ​Blue​ ​Change:​ ​Conectando​ ​Ciência​ ​e​ ​Sociedade

SINOPSE​: “BLUE CHANGE: CONECTANDO CIÊNCIA E SOCIEDADE, é um projeto que visa, através da prática da ciência cidadã e da criação de uma rede colaborativa, aproximar a ciência da sociedade; as ciências sociais das naturais; e resgatar o interesse do homem pelo seu ambiente. A Ciência Cidadã é uma forma de realizar pesquisas científicas envolvendo pessoas comuns, estudantes, comunidades tradicionais e grupos especializados, atuando com pesquisadores em alguma etapa do processo científico. Com foco nos ambientes marinhos e costeiros a iniciativa Blue Change já existe com o objetivo de estruturar projetos de ciência, com a colaboração de cidadãos, para enfrentar desafios atuais relacionados ao uso e conservação esses ambientes. Desde a sua criação, a iniciativa Blue Change tem sido contatada por pesquisadores e cidadãos interessados em participar desse modelo participativo. Dessa maneira, sentiu-se a necessidade de construir uma rede colaborativa entre cientistas (sociais e ambientais) e cidadãos preocupados com os problemas ambientais ao seu redor. Os projetos de ciência cidadã podem ser classificados em dois tipos: O tradicional top down (quando os pesquisadores elaboram as questões de pesquisa) ou o bottom up (quando a própria sociedade questiona fatos e observa fenômenos que despertam a curiosidade ou afetam a sua comunidade). A proposta deste projeto é adotar um modelo inverso ao tradicional e criar, dentro do modelo bottom up, uma infraestrutura que permita que questões de pesquisa sejam levantadas pela sociedade e acompanhadas por uma rede de cientistas interessados em buscar soluções para diferentes problemas. Pretende-se desenvolver um aplicativo onde o cidadão insere observações relacionadas aos ambientes marinhos e costeiros, que são organizados em temas ou histórias. Os cientistas poderão acompanhar e interagir com a contribuição do cidadão. As demandas poderão ser respondidas por um especialista ou, de outro modo, poderá ser transformada em uma questão de pesquisa.”

PROPONENTE​: Simone Milach
CONTATO​: simone.milach@gmail.com

20.​ ​ ​HQuebradas​ ​e​ ​As​ ​Sarauzeiras​ ​Oníricas​ ​(mesmo​ ​proponente)

SINOPSE​: “HQs de registro de casos dos assitidos do DDH — Instituto de Defensores de Direitos Humanos, trazendo e registrando as narrativas do que acontece no front da política de exclusão e encarceramento que corrói a sociedade.” e “Criação de álbum de biografias em quadrinhos a partir da cartografia das memórias e andanças de três poetas: Lindacy Menezes (Lindinha), Yolanda Soares (Yoyo) e Maria Inês (Meri Onírica), as famosas Sarauzeiras Oníricas. As narrativas de suas aventuras em tempo presente,
entrecortadas com memórias de suas juventudes nas favelas e ruas, se confundem com a história de uma cidade que se urbanizou rápida e caoticamente cobrindo o periodo que vai da Ditadura Militar, passando para a transição Democrática que até hoje não se consolidou. Dentro da grande rede de saraus, duelos poéticos, grafitaços feministas e bailes funk — a cultura “invisibilizada”, as Sarauzeiras são as que mais circulam e conectam os diferentes pólos. Do teleférico do Alemão à Mediateca da Maison de France. A trajetória delas, mapeia a cidade, a poesia, a sociedade. Realidade ampliada pra dentro.”

PROPONENTE​: Thais Linhares
CONTATO​: thaislinhares@gmail.com

21.​ ​ ​Agencia​ ​Ponto

SINOPSE​: “O projeto visa tornar sistemático o entendimento sobre a atuação
colaborativa na formação de agentes culturais, e sua importância para
desenvolvimento de setores da economia criativa, sob arranjos cooperativos e
solidários, pelo apropriação e manejo de tecnologias da informação/comunicação na ativação de redes produtivas desenvolvidas durante processos de formação. Embrionada no núcleo Rede AGE do Ponto de Cultura de Divinópolis, a iniciativa busca criar uma agência de comunicação colaborativa, que compartilhe e amplie as ações desenvolvidas por seus integrantes por meio de atividades de formação em temas voltados para áreas da comunicação. Seu desenvolvimento se dará a partir de dois módulo complementares; (i) o primeiro, teórico, fóruns para discussão do impacto das mídias digitais na produção e fruição cultural; e (ii) um módulo prático, com a realização de oficinas e dinâmicas coletivas voltadas para a prática. O módulo teórico irá contemplar encontros realizados na UEMG, unidade Divinópolis, sendo convidados membros do poder público, comunidade acadêmica e sociedade civil. Os fóruns e plenárias terão como foco a consolidação de um documento, “Cultura que Queremos”, diretriz para a concepção da agência, propondo a continuidade dos encontros por meio da criação de um Fórum Permanente de Cultura. Já o módulo prático acontecerá por meio de oficinas voltadas para temas da comunicação, com proposta da formação de núcleos autogeridos — de produção e difusão de conteúdos — para operação da agência, com formação sistemática de novos agentes por meio de vivências culturais, e criação de um território de permanente produção de conhecimento e experiências de formação livre. A agência contribuirá para uma “atualização” dos movimentos culturais e sociais da região quanto ao uso das TICs na produção e fruição cultural, potencializando ações e colocando condições para o exercício da cidadania e a participação do espaço de circulação de informações e bens culturais.”

PROPONENTE​: Paulo Roberto Franca da Mata
CONTATO​: coletivo.sejadoce@gmail.com

22.​ ​ ​Bikecoin

SINOPSE​: “Criação de bike coin [moeda] para troca de serviços entre ciclistas!”. Desenvolver​ ​modelo​ ​cooperativo​ ​para​ ​apoio​ ​mútuo​ ​a​ ​ciclistas​ ​para​ ​troca​ ​de​ ​serviços! Buscar​ ​apoio​ ​da​ ​Associação​ ​de​ ​ciclistas​ ​do​ ​Estado​ ​do​ ​Rio​ ​de​ ​Janeiro​ ​em​ ​formação.

PROPONENTE​: Luciene Gomes Manoel
CONTATO​: clubecult@gmail.com

23.​ ​Piratas​ ​de​ ​Bici

SINOPSE​: “A campanha para recolher bicicletas usadas é um experimento que já foi testado, e no momento está passando por atualizações. O objetivo é captar bicicletas que estão paradas em quintais, garagens e bicicletários, seja através de doações de pessoas físicas ou campanhas com prédios ou condomínios. Uma parcela das bicicletas será utilizada nas atividades do próprio Piratas, e o restante será entregue para projetos parceiros, pois pela falta de recursos, não conseguem captar doações de bicis. A nossa primeira missão foi recolher cerca de 30 bicicletas em um condomínio em Botafogo / RJ, que foram doadas para um projeto parceiro em Queimados, na Baixada Fluminense.”

PROPONENTE​: Renan Braga Prisco Monteiro de Almeida
CONTATO​: renanbra93@gmail.com

24.​ ​ ​Anatomia​ ​das​ ​Paixões

SINOPSE​: “A proposta metodológica prevê o desenvolvimento de uma ciência
complexa, transdisciplinar, aberta ao diálogo com outras formas de racionalização humana. Nosso sistema metodológico alicerça-se através do tripé cognitivo definido pela emoção, razão e estética, como ferramentais indissociáveis da concepção e da prática científicas. Estruturado por este eixo triádico de inteligência criativa, entendemos que o nosso método reserva um forte potencial de contribuição para uma ciência que eficientemente contemple o bem-estar humano e o concilie com o bem estar do planeta enquanto organismo, tão desejado, tão urgente para todos e cada um de nós. Anatomia das Paixões: Nesta frente os objetos de ciência são explorados e apresentados ao público como enunciadores de êxtase e paixão humana.
As questões abertas em ciência, idem, de forma a abrir-se à co- problematização com o público. No exercício de aulas teóricas, palestras, práticas de interface arte/ciência realizadas em espaços por vezes híbridos de arte e ciência, o conteúdo de inspiração e modelagem científica é explorado em mergulhos transdisciplinares, estendendo-se do atrelamento forma-função biológica, por exemplo, até o surgimento do homem que questiona e cria, numa demonstração sutil e gradual de nossa unidade de consciência. O estudante, o espectador, o humano em toda e qualquer categoria, é convidado e estimulado a uma percepção especular do corpo de elementos do conhecimento humano através de seus próprios sistemas de sensibilidade emocional, afetiva, estética, e de seus recursos cognitivos alargados pela capacidade de abstração imaginativa favorecida pelo tratamento e concepção artística dos objetos trabalhados. Este projeto acadêmico constitui-se numa iniciativa desafiante no sentido de combinar, de forma equilibrada, não hierarquizada, ciências, artes e filosofia, a partir dos sujeitos humanos e da sociedade.”

PROPONENTE​: Edmar Junio Silva de Oliveira
CONTATO​: kadosholive@gmail.com

25. SouDeTerreiro

SINOPSE​: “Este projeto é uma proposta singela, que se inicia através da hashtag #soudeterreiro e se completa com um vídeo caseiro-feito com celular, onde apareça apenas o rosto, dizendo numa frase curta, com a palavra sincera, simples, oriunda do coração, algo que diga da experiência ou do olhar –mesmo que pontual — com as religiões de matrizes africanas. #soudeterreiro é vida. É respeito ao próximo. É partilha da comida. Da conversa. Do canto. #soudeterreiro é um modo de se ligar à terra. Uma terra habitada também por um povo invisível. Que no entanto nos acompanha desde muito. Por isso o religioso aqui é também material. Envolve-se nos corpos. E no respeito à natureza. E aos elementos que ela oferta. #soudeterreiro é um convite para respeitarmos a ancestralidade que movimenta esse país. O povo negro é marcado carnalmente por ela. O povo branco muitas vezes a utiliza mas nem sempre ousa assumir o respeito que esse trabalho, esse povo, essa história e essa crença exigem. Eis aqui também uma oportunidade. Sair do uso. E de sua história de abuso para externar respeito. E solidariedade. Porque a hora é agora. Sob pena de criarmos um apartheid do qual não saberemos como sair. E novas feridas — impedindo as nossas vidas. O vídeo deve ser enviado para o email: soudeterreiro@gmail.com, onde serão organizados e postados através de uma página virtual e amplamente replicados. As falas não devem exceder 1 minuto. A #soudeterreiro deverá também ser usada nas redes sociais — buscando expandir o seu alcance antes mesmo que o vídeo esteja pronto e divulgado.”

PROPONENTE​: Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras Ylê Asè Egi Omim
CONTATO​: egiomim@gmail.com

26.​ ​ ​Oficina​ ​de​ ​Bateria​ ​Hi​ ​Hat​ ​Girls!

SINOPSE​: “Oficina de Bateria para Garotas! é um projeto que vem sendo
desenvolvido desde novembro de 2016, inicialmente no Rio de Janeiro, com o
propósito de estimular o interesse de mulheres e crianças em relação ao instrumento, ao mesmo tempo em que desmistifica a bateria como um instrumento “masculino”. Trata-se de aulões gratuitos e em grupo de até 20 pessoas, exclusivamente para mulheres a partir dos 07 (sete) anos de idade. As oficinas que realizaremos terão a duração de 2 (duas) horas e meia cada edição, e oferecerá oportunidade das participantes terem sua primeira experiência na bateria. O conteúdo abordará conhecimentos básicos sobre o instrumento, além de prática de bateria, momento da aula no qual as participantes acompanharão um trecho de música.”

PROPONENTE​: Juliane Soares de Sousa
CONTATO​: julianessousa@gmail.com

27.​ ​Rede​ ​Botafogo​ ​Cultura​ ​Solidária​ ​(Rede​ ​Convidada)

SINOPSE​: “União de moradores, artistas, produtores culturais, gestores de
equipamentos culturais, representantes de instituições de ensino, agentes ambientais, dirigentes de ONGs radicadas em comunidades de baixa renda,
representantes da Associação de Moradores em prol de um trabalho colaborativo voltado para a promoção do desenvolvimento humano, social, econômico, cultural e sustentável do bairro de Botafogo.”

PROPONENTE​: MÁRIO FERNANDO MARGUTTI PINTO
CONTATO​: mfmargutti@gmail.com

PARA​ ​SER​ ​COLABORADOR​ ​DO​ ​PROJETO​ ​INSCREVA-SE​ ​NO​ ​LINK:​ ​https://goo.gl/mTo3e1

Dúvidas​ ​e​ ​Informações​ ​sobre​ ​os​ ​Projetos​ ​entre​ ​em​ ​contato​ ​com​ ​os​ ​Proponentes. Dúvidas​ ​e​ ​Informações​ ​sobre​ ​o​ ​Laboratório​ ​de​ ​Inovação​ ​Cidadã — labinovacaocidada@gmail.com

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