Difícil de Explicar

Dias se passam, mas ele não consegue tirar da mente um momento. Simples, mas tão espontâneo e, de certa forma, poético.

Por aí, ele anda e vive um dia de cada vez naquela sua vida chata. Até que ele lembra do dia em que viu aquela moça. Algo simples, mas que poderia facilmente encantar e inspirar qualquer poeta. Agora em lugar mais calmo, ele pega um pedaço de papel, uma caneta e fecha os olhos, tentando recordar, como se sua mente fosse um portal do tempo, e essa tal memória, seu destino:

Ah, vida, quem diria. Do cosmos, desceu ela, feliz, e daquela estrela, fizeste um ótimo trabalho em criar. Fios prateados flutuando pelo ar, espontâneos como tempestades, raios de felicidade em cada movimento que ela fazia durante sua dança. Feliz é aquele que pode transformar coisas assim em poesias, e mais feliz ainda é aquele que faz suas estrelas brilharem mais por causa delas.
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