O Sabor de ser “hype”

Gelo triturado, leite, um creme seboso e chocolate. Essa foi a mistura de sabores que senti na minha primeira experiência na Starbucks.

Imagem meramente ilustrativa (mesmo!)

Pois é; desde que a rede de cafeterias chegou ao Brasil eu nunca havia experimentado. E sabe aquele velho clichê de que “a primeira vez a gente nunca esquece”? Realmente inesquecível.

Que o ambiente tem lá uma atmosfera meio sofisticada e alternativa — bem ao estilo daqueles filmes americanos da sessão da tarde — é fato. As cores e a estrutura do local muito agradam; as mesas equipadas com guarda-sóis no exterior da loja (e que ainda me pergunto a razão de existirem dentro do shopping) são um bom lugar para sentar e passar um tempo sozinho ou acompanhado, trabalhando ou falando sobre qualquer coisa, devaneios, superficialidades ou só para compartilhar todo seu swag para os seguidores do Instagram.

Independente de esse amor, se é que podemos chamar assim, que algumas pessoas sentem pela Starbucks dever-se às bebidas (inclusive tenho amigos que gostam muito) ou ao status de frequentar o local, convenhamos: o milkshake de Ovomaltine de um dos quiosques da Parmalat teria me proporcionado o dobro do sabor por quase metade do preço pago pelo Frappuccino de Chocolate com base de creme. Sim, o creme seboso!

Claro, pode ser que eu tenha feito a escolha errada, mas, no fundo, acredito que tudo não passa de uma questão de gosto; pessoal, intransferível e, talvez, compartilhável.

Quem sabe numa próxima a experiência seja mais positiva.

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