Elefante (2003)
Fábio Luis Rockenbach
82

Bela linha da raciocínio, Fábio. Há muito tempo não faço uma nova visita a Elefante, que só vi uma vez, mas me lembro bem do uso dialético das nuvens e, claro, da forma com que a câmera segue de maneira religiosa vários dos personagens. De quebra, a mistura de realismo e ideologia que o Sant adotou reflete bem alguns dos temas subjetivos que certamente deturparam a cabeça dos responsáveis pelo massacre, o que só comprova a consciência de um diretor que ainda torço para voltar à sua melhor forma (Inquietos me deixou… assustado). Valeu!

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