Por onde anda Darren Aronofsky?

Saiba um pouco mais sobre o próximo filme do diretor

Depois de conquistar uma legião de fãs com obras como Pi (1998), Requiém para um Sonho (2000) e Cisne Negro (2010), Darren Aronofsky se consagrou como um dos nomes mais importantes da nova safra norte-americana de diretores. E por mais que sua filmografia ainda seja curta — possuindo 6 longas-metragens no total — , não é difícil alimentar expectativas quando informações surgem a respeito de um novo projeto do cineasta.

Coisa que acaba de acontecer. Em encontro ocorrido na Islândia há alguns dias, Aronofsky revelou que seu próximo filme, ainda sem título, foi produzido em 16mm. E por mais que algumas tomadas sobre as quais serão inseridos alguns efeitos em CGI tenham sido filmadas em digital, a informação resgata uma de suas principais características como realizador: a experimentação em meio ao chamado mainstream.

Além disso, sabe-se que o projeto, rodado no Canadá, teve filmagens encerradas há algumas semanas e que Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Domhnall Gleeson e Michelle Pfeiffer fazem parte do elenco. Por fim, foi revelado o nome responsável pelas composições musicais do longa: Jóhann Jóhannsson, que você deve conhecer pelas trilhas de A Teoria de Tudo (2014) e Sicário (2015), além de ser ele a escolha para o promissor Blade Runner: 2049, de Denis Villeneuve.

Jóhann Jóhannsson é o compositor do intitulado novo filme de Aronofsky.

Pouco mesmo é o que se sabe sobre o tema do filme, drama que tem seu enredo mantido sob absoluto sigilo pelo diretor. Por isso, deixo uma citação do próprio Aronofsky comentando algumas das nuances do projeto, estrategicamente reveladas ao longa da conversa na Islândia.

"Meu último projeto provavelmente possui intenções políticas por trás dele, mas a principal responsabilidade que um cineasta tem é construir algo que seja emocionante e que possa se conectar com seu público."

Enquanto a ansiedade engole seus nervos, fique com o trailer de O Lutador (The Wrestler, 2008), projeto que não é apenas o meu favorito do diretor, mas que deveria ser muito mais comentado por todo cinéfilo que se preze.


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