Obrigado, Hannah Baker

Se alguém me perguntar, na ordem, quais são meus livros favoritos, respondo sem pestanejar:

1 — On the road, do Jack Kerouac;

2 — Tempo de voo para lugar algum, do Charles Bukowski;

3 — Pergunte ao pó, do John Fante;

4 — Grande Sertão: Veredas, do Guimarães Rosa;

5 — It, do Stepehn King.

A leitura e, claro, a literatura, são paixões minhas. Todos esses livros, de alguma maneira, me marcaram. Posso dizer sem errar que foram fundamentais na criação - e no desenvolvimento - da minha personalidade. A influência no jeito de escrever vem muito desses autores também. Agora, acredite, em 2017, foi um livro (que considero) adolescente — e bem ruim em algumas partes — que me fez fazer algo que jamais faço: marcar/escrever partes importantes que eu gostei/senti durante a leitura.

Eu não sei muito bem o motivo de Thirteen Reasons Why (me recuso, nesse caso, sem motivo específico, a falar o nome em português) ter me marcado tanto assim. A melhor explicação que eu posso dar é que a protagonista, Hannah Baker, em muitos aspectos, sou eu. Sério. Outra coisa também meio viajada é que esse livro me deu o abraço que eu tanto precisava. Ele não se tornou um dos meus favoritos, mas, com certeza, um dos mais importantes.

Aqui vão, na tentativa de explicar tudo isso, as fotos de minhas observações e escritos feitos durante a leitura:

Obrigado, Hannah Baker.