O Tan-Tan do Tambor de Fortaleza & O (#Canto_Que_Dança) que Tocou no Meu Coração

(Afoxé-Ijexá) é o Candomblé na Rua: Lá se vem o Candomblé na Rua, pois somente a ele pertence o prazer de conduzir essas belíssimas imagens, e seus discursos particularmente fecundos. Discurso-Poético-Imagético acessado da fan-page: Ramsestencil … stencil … sticker… design. Eis, mais uma vez, nosso Brinquedo (#Canto_que_Dança) que — com cuidado — mostra a reconstituição do ritual dos terreiros. Todo Afoxé é a moldura emblemática que faz do ritmo Ijexá (#Canto-que-Dança)-&-(Devoção), na verdade, Benção. Invade de emoção sensível o (im)possível do amor e ainda é puro desjejum. Agrada (Exu-Oxum-Logun).

Essa belíssima imagem de Exu, aqui do lado, é da Página do Facebook do Tiago Ramses: Ramsestencil … Stencil … Sticker …Desingn. Trata-se de uma argumentação (intuitiva-criativa-sensível-emotiva-&-contundente) para que — (co)-movidamente — a gente faça a mais abrangente e necessária recusa ao código impositivo linguístico da palavra. No nosso Teatro esse é um sentimento de codinome Baiano! Sendo assim, Viva a Língua Livre do Tambor de Rua, melhor dizendo, do Compu(T)ambor Africano!!!

Para o Teatro do Encantamento da Ancestralidade Africana em Fortaleza A Cidade Tan-Tan, a imagem acima é o Melhor Endereço para as Brincadeiras (#Canto_que_Dança). Ou ainda, este é o Monte Sagrado onde mora minha Paixão por Canções-Radiofônicas que, pela “Semiótica do Encantamento” (*), ganharam o meu apaixonado toque (#Canto_que_Dança). Na Tradição da Cultura de Orixá (#Cantar_e_Dançar) é aprofundar a herança identitária da Ancestralidade Africana. (*) — “Semiótica do Encantamento” é Eduardo Oliveira. “Filosofia da Ancestralidade: Corpo e Mito na Filosofia da Educação Brasileira”. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Educação, Fortaleza, 2007. “Doravante, portanto, preciso de uma semiótica condizente com o universo no qual adentrei. Necessário é penetrar no Mundo do Encantamento” (Oliveira, 2007, p.146).

(#WellingtonPará): Ancestralidade Africana & Maternidade. Aqui Nasce Nosso Teatro do Encantamento da Ancestralidade Africana em Fortaleza A Cidade Tan-Tan. Eu (#Velho_Menino) & (#Menino_Velho), pela “Semiótica do Encantamento” gestando e parindo o Movimento de (#Cantar_e_Dançar) no Opelê de Ifá. Ali eu Intui a Tríade (Exu-Oxum-Logun) Tamborilar o Cortejo do Ijexá Foi-Não-Foi me acenando para Compartilhar com o Brinquedo Afroancestral do Bumba-Meu-Boi.

(#Canto_que_Dança) para um violão-tambor! No nosso Teatro do Encantamento da Ancestralidade Africana em Fortaleza A Cidade Tan-Tan, esse instrumento, tão acessível, vai se mesclar todo de cotidiano. Para cada dia de enfrentamento, esse instrumento, bem pode vir a ser o Prazer de se Saber Sabor de Amor. Um louvor a dedilhar provocantes & marcantes lições de aprendizagens que (#Cantam_e_Dançam) mensagens em eterno Movimento Circular. (#Cantar_e_Dançar) é a nossa forma bacana de atualizar a Tradição da Ancestralidade Africana.

Vejam agora quem acaba de chegar. Ereto & reto, sem desdizer da fecundidade que acolhe sua descendência. Cavalgando sobre a fecundação que sempre vai potencializar Vida Viva. Um Cavalo-Marinho é, com certeza, Brinquedo (#Canto_que_Dança). Um jeito tocante de tencionar lá onde não há medo algum, né Logun!? Cavalo Marinho é Logunedé. Ou, mais precisamente, a “Semiótica do Encantamento” que “Co-Move” o nosso Teatro do Encantamento da Ancestralidade Africana em Fortaleza A Cidade Tan-Tan.

Olivia Byington & A Barca do Sol — CD — Corra o Risco — Cavalo Marinho — (1978).