“Alá o Tuzão escrevendo um monte de bosta sem sentido!”

Me abraça forte o suficiente para eu não me mexer

Para eu não me machucar

E segura todos os meus pedaços quebrados
Porque (Hoje) eu não quero morrer

Não mais na verdade;
Depois do almoço, junto com a leseira veio o vazio existencial

E com ele a certeza da minha insignificância
Aquele tipo de coisa que te faz ter vontade de desaparecer, pois num nível macroscópico, não faz nenhuma diferença

Eu já provei o gosto do sangue. Eu já vi o semblante de desespero no seu rosto. Eu não quero mais.

Então me abraça forte, e junta todos meus pedaços que caíram no chão. Não dá pra colar, mas ainda dá pra aproveitar o resto do que um dia eu já fui

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.