Educação em situações de emergência

É em situações de emergência que a educação — um direito fundamental das crianças — está em maior risco

As crianças estão no epicentro das actuais situações de emergência no mundo. Perto de 250 milhões destas crianças estão a ser afectadas por conflitos e milhões de outras enfrentam riscos decorrentes de catástrofes naturais e epidemias que se propagam rapidamente. Um apelo de 2.8 milhões de USD lançado pela UNICEF tem como objectivo abranger 43 milhões de crianças em situações de emergência humanitária no mundo. Um quarto deste apelo destina-se à educação.


© UNICEF/UN06474/Anmar

As catástrofes naturais e os conflitos violentos continuam a ter um forte impacto em milhões de crianças e suas famílias. O conflito no Iraque coloca as crianças em risco. Esta fotografia foi tirada por ocasião de uma distribuição de artigos escolares para alunos deslocados no campo de Yahyawa na província de Kirkuk.

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Para proteger os resultados obtidos através da educação e assegurar a continuidade dos progressos, as crianças, em especial as raparigas, devem ter acesso consistente a uma educação em segurança e de qualidade. Estes alunos têm aulas numa tenda-escola no campo Al-Takya Al-Kaznazaniya apoiado pela UNICEF, perto da capital Bagdade.

© UNICEF/UNI199923/Anmar

A educação é essencial em situações de emergência e em tempos de crise. Rauaa, 12 anos, obrigada a abandonar a sua terra Mosul há mais de um ano, vai ao quadro no primeiro dia de aulas no campo de Harsham para deslocados internos, em Erbil, no Iraque.

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A população síria está a enfrentar a maior crise humanitária da actualidade. Uma geração de crianças e jovens — privados de educação — está a ver o seu futuro ser cada vez mais moldado pela violência. Fatima (de verde) e a sua família fugiram para Homs quando a sua cidade, Palmira, se tornou um sítio perigoso.

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As crises prolongadas em diversos países continuam a ter um custo enorme em termos de vidas e futuros. Estar na escola pode ajudar a manter as crianças em segurança e protegê-las de riscos. Alunos do 3º ano aprendem Árabe na escola primária de Yasin Bay apoiada pela UNICEF, em El Fasher City, no Norte do Darfur, Sudão.

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Milhões de crianças, nomeadamente na República Centro-Africana, são afectadas por conflitos violentos. Em Bangui, a capital, Alison de 14 anos, que vive num abrigo improvisado num local para pessoas internamente deslocadas, está a ter um bom desempenho escolar mas tem muitas dúvidas quanto ao seu futuro.

© UNICEF/UNI193700/Esiebo

A educação ajuda a proporcionar às crianças um sentido de normalidade e de esperança no futuro no meio de tanta violência, instabilidade e catástrofes. Estas crianças deslocadas participam numa actividade levada a cabo num espaço seguro apoiado pela UNICEF no campo de Dalori, na cidade de Maiduguri (Estado de Brono, Nigéria).

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A escola também proporciona às crianças as aptidões necessárias para que possam construir uma vida melhor, mais segura e mais saudável para elas próprias, para as suas famílias e para as suas comunidades. No Estado da Palestina, estes alunos da Escola Básica Abdel Rahman Ben Ouf, na Cidade de Gaza (Faixa de Gaza) acabaram de receber novos materiais escolares

© UNICEF/UNI177599/UNMEER Martine Perret

O surto de Ébola na África Ocidental, uma crise de grande escala, obrigou cerca de 5 milhões de crianças a ficarem sem escola durante meses. Na Guiné Conacri, o rastreio feito às crianças à entrada da escola faz parte de uma série de procedimentos de segurança adoptados para reduzir o risco de transmissão do vírus quando as escolas reabriram.

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Na Ucrânia, onde as crianças foram particularmente afectadas pelo conflito que se tem arrastado no país, as condições climáticas extremas são também uma séria ameaça para a sua educação. Crianças na escola em Staromykhailovka, uma aldeia na linha da frente do conflito, na região de Donetsk.

© UNICEF/UNI156685/Reyna

O regresso das crianças à escola é uma oportunidade para que possam vir a ter um futuro estável. “Ir à escola é importante porque fazemos amigos e nos ajuda a encontrar um emprego,” diz Michel Lerios, 13 anos, em Tanauan, uma aldeia da província de Leyte (Filipinas) que ficou destruída pela passagem do Tufão Haiyan. Actualmente, Michel tem aulas numa tenda-escola.

© UNICEF/UNI157813/Pirozzi

O acesso a serviços cruciais como a educação ajuda milhões de crianças afectadas por conflitos e crises a sarar feridas e a recuperar de tremendas dificuldades causadas por situações de emergência. Este grupo de raparigas em Tanauan (Filipinas) brinca à entrada da escola que agora frequentam e que é apoiada pela UNICEF. As aulas estão a ser dadas em tendas e em salas improvisadas ou que foram reparadas.


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