A Arte nas mãos de quem a sente.

Hoje é um dia diferente dos demais não só porque é outro dia, e sim por ser o dia em que dedico meu tempo à Arte.

É claro que escrever já é uma arte, no entanto, me refiro ao ato de desenhar. Aos quadros, as pinturas deslumbrantes ou a um simples, mas tão belo desenho em folha de caderno.

Antes de mais nada, trago aqui a definição de arte. Muitos perguntam o que seria arte.Então:

O que é arte?

Definição segundo o dicionário Dício: Arte s.f. Aptidão inata para aplicar conhecimentos, usando talento ou habilidade, na demonstração de uma ideia ou pensamento (…).

Já outra definição qualquer da internet diz:

“Atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir da percepção, emoções e/ou ideias (…), e cada obra possue um significado único e diferente.”
Viu só como é magnifica a arte?

Pois é, ela é um mar de definições, mais que isso ela é um oceano de emoções, sentimentos que são jogados para fora de uma maneira explêndida.

Não sou uma artista, nem ao menos conheço as várias formas que a mesma possue. Sou apenas reles uma observadora e admiradora de suas filhas, de sua personalidade.

A arte se encontra na música, no teatro, no cinema, na minha ou na tua cama, nos museus ou nos livros, as clássicas ou contemporaneas. São de tantas as maneiras quais a encontramos.

No entanto, posso te contar uma coisa?

As vezes ela está em nossa frente mas não a enxergamos. Ou talvez ela esteja oculta.

Como assim oculta? O que quer dizer com isso?

Sabe aquela pessoa quieta, calada e contraída no fundo da sala? Que quase passa despercebida pela multidão? Que não gosta do barulho, da confusão. Que só queria um pouco de silêncio e calmaria em meio ao aglomerado de discussão?

Pois é, essa pessoa aí é artista. Uma artista oculta, que senta a bunda na cadeira, lá no fundo da sala, sozinha em seu mundo artistico. Onde pode flutuar no subconsciente, numa conexão extraordinária.

Então ela começa a desenhar aqueles traços baseando-se apenas em coisas que havia visto em outro momento, ou em algo que lhe vem a mente. Então um rosto é o que surge em meio aquele amontoado de traços e rabiscos.

Não precisa nem de modelo, ela desenha com o coração, com a alma de um verdadeiro artista.

E sabe o que me fascinou em seus desenhos? Sua humildade de artista. Sua sutileza e leveza com aqueles traços. Sem medo de errar, de ser julgada. Ela se fez artista e seu talento a torna maior.

Fico me perguntando o tempo inteiro o porquê dela não desenhar o seu sorriso.

Ela me desenhou. Me desenhou em poucos minutos e ao ver aquele desenho… nossa, me fez pensar. Pensar em escrever sobre aquilo. Sobre a arte de fazer o que ama e com tanta paixão.

Ó céus, seus traços são magnificos e não precisa de muito para isso. Ela para ser artista, basta uma folha de caderno, um lápis e muita inspiração.


Aqui está alguns de seus desenhos e, querida Joyce, parabéns por sua arte. Seus feitos me fazem buscar uma reflexão que vem da alma. Parabéns.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.