Amigos: seres inesgotáveis.

Não é difícil perde-los, o complicado mesmo é entender a razão do porque tudo acabou. Não há motivos para encontrar outros, nunca serão iguais. Cor, cabelo, olhos… Tudo é diferente, tudo é único e preciso. Tudo é uniforme, esquisito e transluzente. Tudo é mensurado por momentos, histórias e vidas. Pra ser sincero… Tudo é imensurável.

Posso lhes afirmar que os amigos são mais do que simples seres humanos, são entes queridos, pessoas próximas que, mesmo distantes, vivenciam seu dia-a-dia. Já tentei encontrar raciocínio lógico que descrevessem, por razão, o que um amigo significa a mim. Não consegui. E, pra ser bem sincero, se quer continuei na busca de respostas.

Poderia taxa-los como “irmãos longe da família”. Poderia, até mesmo, falar que eles são minha “família da rua”. Poderia, ainda, citar que todos me completam, que são peças do meu quebra-cabeças da vida. Pra ser sincero, poderia falar que meus amigos são tudo em minha vida, que fazem o que bem entendem e quando bem querem. Seria essa a melhor palavra para determinar o que um amigo realmente significa pra mim: amor?

Longe ou perto.
Junto ou afastado.
Feliz ou triste.
Homem ou mulher.
Heterossexual ou homossexual.
Bêbado ou sóbrio.
Morando próximo ou distante.
Estudando junto ou em outra escola.
Namorando ou solteiro (a).
Estudando ou trabalhando.
Vivendo ou deixando-se levar.

Reconhecimento é o mais belo dos agradecimentos. Reconhecer-te por fazer-me melhor. Aparecer em momento ímpar da minha vida e segurar-me pela mão. Dar risada junto a mim, juntar-se a outros conhecidos, criar novas amizades, viver novos amigos.

Que seja duradouro, incalculável e infinito.

Obrigado, amigo (a).

- Vitor C,

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