The Count.

Ainda ouço seus contos, Alucard.

A força interior que vive dentro de mim, o indivíduo que vive decidindo as minhas escolhas, se chama Alucard. O velho conde Drácula ou Nosferatu?

Apenas um conde que vive no Castelo e no país onde sempre há chuvas e chuvas, nada mais além das noites onde me encontro com ele. As reflexões após o encontro que tenho com ele, os sonhos e projetos que discutimos, tudo se baseia ao núcleo mental: Alucard.

Alucard me disse uma vez que não devo escolher entre a ambição de envolver um projeto de vida, apenas definir o que é certo através do jogo de xadrez e matar o Rei será a definição que deve ser feita para seguir minha vida. Logo, estava entre eu e o tabuleiro de xadrez e meu bloqueio mental, dizia então que não posso mover os peões para afirmar meu ataque, mas definir uma defesa com uma jogada clássica Ludwig​ contra meus problemas. Mesmo sendo ofensivo, garanta sua defesa com total responsabilidade de percas em sua vida, perder amizades foi um mal necessário, ao momento, me livrei de quem não tinha autonomia para estar comigo.

Alucard avisou também que decidir estar solitário é uma forma que você estará bem, não haverá qualquer problema. Manter a mente tranquila com as situações que cerca o cotidiano é ao mesmo tempo, garantir nenhum problema, mas deixar claro que não houve lucidez ao momento que estava um conflito social.

Dessa forma, Alucard sempre estar sentado no trono observando a noite passar e esperando minha presença para conceder minha vida e tornar minha vida tranquila e fria como a noite, sempre garantindo que o andarilho mascarado estará sob mim.

Alucard, a coruja negra ainda vive.
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