É o poder religioso da terra que sofre em nós uma crise definitiva: a da sua própria descoberta. Começamos a perceber, e para sempre, que para o homem a única religião aceitável é a que antes de mais o ensinará a reconhecer, amar e servir apaixonadamente o Universo de que ele é o elemento mais importante. Ele achava que a evolução não se confunde com o transformismo, mas que ela é integral e ascendente, aumentando a densidade psíquica do nosso planeta, preparando-o para tomar contacto com as inteligências dos outros mundos, para se aproximar da própria alma do cosmos. (‘O despertar dos mágicos’ Louis Pauwels, Jacques Bergier)

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