Auto-retrato

Sou brisa leve, se és Sol
Sou tempestade de trovão, se és chuva
De um ou outro, sempre aquela quem te estende a mão
Passo feito vento fresco em fim de tarde
Devasto como o verão de tempestades

Te carrego para o olho do ciclone
Te acalanto no chuvisco leve de sereno
É a música conforme a dança
Faço amor, sigo armada para ânsia

Que te envolve a me ferir
Seguro o que tiver de vir, mas, meu bem
Não confundas meu nome, tampouco, quem me permite seguir