Empatia à Robin Williams

Se eu te dissesse que a minha alma se assemelha aos rios das caminhadas daqueles que partiram por conta própria você não acreditaria

O que é preciso para que a margem desses tumultos venham à tona para sua sensibilidade

Perdidamente o seu olhar mortífero se entrelaça aos desejos fúnebres

E com esse olhar redundante tudo o que consegue é delirar em sua realidade

Não digo que minha ação seja altruísta

E não aceito dizer que o egoísmo seja a sua totalidade

E se depois de tanto se espelhar às razões alheias eu precise de amor próprio

Mas e se a longitude desse trecho for exclusivamente a solidão em respeito aos desejos íntimos

E de tanto ter amor próprio eu perca a sanidade nas razões alheias

A dúvida do paradoxo é ao mesmo tempo o que vai e o que não deixa ir

Os ideias permanecem intactos

Mas o medo é do futuro promissor de novos tributos

Medo ou libertação.

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