XLI. Finito

Se falo pouco é para evitar o desejo de ficar, se evito sorrir é para não me habituar a fazê-lo e se adoro à distância é para que o toque não vicie. Tanto já perdi que temo ganhar novamente, tanto deixo para depois que talvez a autopreservação no momento necessária torne mais belo adiante algo que, se precoce, tende a ser finito. Porque finito é pouco.

E quando te vejo, finito é realmente pouco.