O mito da “garota tech descolada”
Débora Azevedo
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Gostei muito mesmo do artigo! Infelizmente vemos muitas meninas agredindo outras indiretamente, promovendo discursos injustos por medo de serem julgadas ao defender seus direitos.

Sou a única menina na TI no meu trabalho e me incomodo muito quando meus colegas dizem que eu sou “quase um homem”, simplesmente porque interajo e tenho bastante amizade com eles. Eu sou mulher e posso fazer o que eu quiser, a partir do momento em que não estiver tirando o direito de ninguém. Precisamos encerrar essa coisa de etiquetar o que é pra homem e o que não é.

Beber cerveja com eles, fazer brincadeiras e jogar ping-pong (ou até mesmo pebolim, no meu caso, hihi) não me torna menos mulher ou um escudo contra preconceitos disfarçados de brincadeiras que sofremos todos os dias, porque todas essas coisas também são coisas que mulheres fazem, sim.

Mulheres podem ser descoladas, falarem besteira como qualquer um, se essa for a sua personalidade, se estiver confortável com isso e se isso não estiver agredindo ou desrespeitando outras pessoas, independente do sexo.

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