Hoje eu acordei com uma súbita vontade de saber como é que você estava.

Já não te tenho mais no Facebook — a sua nova namorada achou melhor me bloquear lá, assim como você me bloqueou na sua vida. Então, peguei o celular da minha irmã, e decidi ver o seu perfil; isso fez o meu dia ficar um pouquinho pior.

Porque cada dia que se passa eu percebo que, apesar dos pesares, de todos os erros, da distância, e de todo o mal que você me causou, eu ainda amo você na mesma intensidade de quando nós percebemos que nos amávamos.

Eu

Não

Deixei

De

Te

Amar

Um

Segundo

Sequer.

Eu te vejo assim, seguindo em frente, construindo uma vida com um outro alguém, e me sinto tão estupidamente mal por não conseguir abandonar esse sentimento que me cercou desde o minuto em que te conheci.

E vejo então que o problema não sou realmente eu.

Eu amei.

Eu amo.

Eu fui sincera em cada palavra e a cada vez que disse que te amava. Porque o amor verdadeiro não acaba assim, de um dia para o outro, de uma semana para a outra, como o seu acabou.

Mas talvez eu tenha amado sozinha.

Talvez você seja o meu verdadeiro amor, sim, mas eu não seja o seu.

E eu me toco disso todos os dias, todos os minutos, assim como me toco de que te amo cada dia mais e esse amor crescente só está escondidinho, em um lugar seguro, d’onde nada e nem ninguém conseguirá tirar.

Ainda amo você, sim, e continuarei.

E te esperarei.

Para sempre.

Porque foi assim que prometemos um para o outro.

E é assim que vou continuar; sempre leal à você.

Te amo infinitamente

sua eterna marrentinha, T.

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