e seguimos…
Tayara Causanilhas
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Mais um ponto nessas nossas reticências…

O poeta é feliz
Só (ou) morto
Soul-idão misteriosa
Este nó cego na asa
Que levaria de volta ao porto:
Morada da segurança
Do riso oco
Do tem tudo, mas tem pouco
Das fantasias de criança

Morada de tudo o que não. 
Basta!

Só neste nó infeliz de existência
O poeta (in)feliz marca
Com tinta em seu papel de carta
A quente (in)verdade da querência

O poeta é certeiro na confusão do (fazer) sentido

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