Uma garrafa de café ou um pote de sorvete para um cacto e um elefante voador.
Em dias frios, levemente invernais, nos imagino e peço para Deus fazer real esse plano: eu e você (um elefante e um cacto, voadores e sonhadores), um pote de sorvete ou uma garrafa de café.
Na verdade, não penso em nós só nos dias frios. Penso sempre. E toda vez falo com Deus, pedindo condições materiais de que “nós” nos transformemos em realidade.
Há muito a ser descoberto; há muito a ser conhecido entre mim e você. Por isso desde sempre oro por você.
Hoje, espero que você chegue, que você me aceite, que você goste de mim exatamente pelo que sou, exatamente pelos sonhos que tenho. Que sejamos diferentes, mas que essas diferenças sejam o alimento do nosso amor.
Podemos sim ter pontos em comum, mas um só é suficiente (suficiente e indispensável): Deus.
Que a vontade e a busca constante de conhecer a Deus e de ser representante dele em todo tempo e em todo lugar seja sua principal busca. Que seja nossa principal busca.
Que você entenda que essa vida que temos é, mas, ao mesmo tempo, não é real.
Sim, é meio complicado te “localizar” porque o que realmente importa são os pensamentos que você tem e a maneira como age em relação à vida. E isso não é coisa que se identifica em um olhar, não é coisa de “primeira vista”.
Mas sei que Deus, o mesmo que tem criado em mim essas vontades e sentimentos, nos mostrará um ao outro. Até porque sem Ele não existi(re)mos (literalmente).
Sinto sua falta. E te espero para conversarmos. Com sorvete. Com café. Com esse amor que cresce a cada dia.