Você bateu palmas porque eu não revidei dessa vez. Fui eu mesma mais de uma vez: retrucar, agredir, discordar, sou eu. Ser apenas gentil invés de ter razão, também sou eu.

Críticas gratuitas, pedras na mão. Como você pode dizer que me amou e ainda me guarda algum sentimento se não aceita nada do que sou?

Você fez eu me odiar no momento em que eu finalmente me amava. Choro e acredito no que diz. Eu me aceitava e só você quem não — e agora não importa mais.

O quanto de você eu vejo em mim? Ou melhor: o quanto de mim você está vendo, talvez, em você…? O quanto é frustração nossa em um não ser aos moldes do outro? Por que a gente não consegue se aceitar? Você não me supera e nem me suporta. E talvez só se odeie por me amar, já que não entro nem um pouco nos seus moldes.

Eu prefiro resolver as coisas, mas somos insolucionáveis e insolúveis. Isso não é amizade, concordo contigo: você não é meu amigo.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.