O homem é o eterno submisso que criara deuses ao passar dos milênios para que botasse em si e no seu próximo, uma corrente que apenas o permitisse andar em uma fila indiana, esta chamada Ignorância. O outro homem, já não submisso, conseguira quebrar sua corrente antes que o submisso visse, e então liberto, o homem correu para uma porta que se transformara já em milhares, estas chamadas Sabedoria. O homem, já sábio, não entendia porque tais portas eram infinitas, até aceitar de vez que a Sabedoria, opondo-se à Ignorância, jamais se limitaria… (ponhamos então, reticências, que nos dá a sensação de infinito)