O velho e o novo.

Minha história de idas e vindas teve mais um capítulo. Depois de um longo processo de superação, eis que o mundo dá voltas e vim parar no mesmo lugar. Só que dessa vez de uma forma diferente, eu também, por sua vez, não sou mais a mesma.

Olho pra esse mês que passou e percebo que o velho e o novo se misturam. Nada é novidade e ao mesmo tempo é. Vejo as ruas, os lugares e as pessoas. Tudo mudou e ao mesmo tempo não. Ando no caminho das memórias e sobre elas tento refazer minha história.

E nesse processo tem uma música que se tornou uma oração pra mim, Epitáfio de Titãs consegue definir esse processo no qual estou vivendo, essa mistura louca da memória e nova história, dos arrependimentos e do tempo que não volta mais. Mas essa música também fala que o “Acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído”, esse trecho tem me dado esperança, esperança de seguir em frente.

E como a vida é essa caixinha de surpresa, para oficializar esse momento marcante que estou vivendo, Titãs cantou essa música num show aqui justamente quando completo 1 mês nessa jornada.

E como parte de enxergar o mesmo sobre uma nova perspectiva não me deparo apenas com as pessoas diferentes, mas com uma Adda diferente. É como se estivesse num ritual de passagem ou despedida.

Uma nova eu está surgindo, uma que eu sempre coloquei conjugada no tempo futuro. Eu quero me tornar aquilo que eu quero ser. Não mais prorrogações. A hora de planejar e por em prática projetos de vida chegou.

Não vou colocar em questão se é cedo ou tarde demais. Como Titãs também cantam: “É cedo, ou tarde demais, pra dizer adeus, pra dizer jamais!

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