Em primeiro lugar, a resposta ao título da matéria: Minhas fontes de (des)informação são: Nexo, El Pais, BBC, Deutsche Welle, Piauí, VICE Brasil e Agência Publica, entre os meios nacionais. Sempre dou uma zapeada na Folha e no Estadão (online). Aprendi a gostar dos canais portugueses para confronto: Publico, Expresso, Observador e Diário de Notícias e, principalmente, dos peruanos Ojo-Publico, Lamula, Convoca, IDL e LaRepublica, nessa ordem (uma imprensa investigativa que faz falta por aqui). Eu sempre procuro partir da premissa que a informação deverá vir o mais crua possível ao leitor e cabe a ele transformá-la em conhecimento, se possível. Um problema que vejo em muitos veículos é a vontade louca de mastigar conteúdo ao usuário. Mas também há a vontade de muitos leitores de receber o conteúdo mastigado, pret-a-porter ou qualquer definição mais adequada, que corrobore suas próprias ideias.
