O turismo em novo patamar


De tudo o que se tem falado sobre a Copa do Mundo, o que parece inquestionável é a visibilidade que o Brasil terá com a realização do evento. Positiva ou Negativa.

Qual será o balanço final, esse é o ponto que, a poucos dias no início do evento, ninguém pode prever com exatidão.

Os mais pessimistas já davam como uma oportunidade perdida, tendo em vista o noticiário negativo que antecedeu o início da competição, principalmente o relacionado com as obras dos estádios, de infraestrutura e de mobilidade urbana.

Para os que defendem esse argumento, a superexposição do País teve um efeito contrário ao que se esperava, e ampliou com lupa os problemas de organização e planejamento durante a fase preparatória.

Mas não devemos subestimar o que pode ficar de positivo depois que os últimos visitantes tiverem embarcado de volta para seus países, especialmente em setores ligados à atividade turística.

[…] O bom aproveitamento da exposição midiática do País, a despeito dos problemas enfrentados até aqui, vai depender, no que diz respeito ao turismo, do poder de articulação dos diversos atores envolvidos. E os benefícios virão, ainda que a médio e longo prazos.

Governos, parlamentares, empresários profissionais do setor e especialistas precisam conjugar esforços e atuar de forma coordenada, para que a forte vocação do Brasil para o turismo, com sua diversidade de paisagens e climas e a hospitalidade de seu povo, passa enfim ser aproveitada.

Os benefícios e a geração de riquezas que o turismo responsável e sustentável pode trazer para o Brasil devem ocupar definitivamente um lugar de destaque na mente de todos os envolvidos com os destinos de nossa nação.

FONTE: Revista CNC Edição 167

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