Minha história

Olá!

Meu nome é Adriana, sou formada em Administração e moro atualmente em Taubaté — SP.

Sou alegre, esforçada, uma indagadora nata e minha maior característica é a persistência.

Desde criança, tenho certa dificuldade em me conformar com o que limita meus sonhos. Não uma inconformidade rebelde e sim uma resistência em me contentar com a estagnação. Eu nunca quis ser só mais uma na multidão então buscava com afinco, ler e estudar sem me permitir descontrair. Fiz isso até os 19 anos e se eu pudesse voltar no tempo, eu teria buscado um equilíbrio entre estudar e ter uma vida social de uma jovem. Confesso que me arrependo de não ter feito mais amigos da minha idade e de não ter sido mais sociável.

Nas horas livres, costumo passar meu tempo assistindo vídeos no YouTube (vídeo aulas de italiano e violão e também tenho acompanhado um canal chamado “Newly Reymond” de documentários sobre o universo).

Gosto de colocar a leitura em dia (ultimamente tenho estudado teologia), gosto de assistir seriados e também me interesso por moda.

Minha família reconhece com frequência que sou corajosa. Minha mãe, dentre tantas filhas, mais especificamente 7, costuma dizer em meio a risos que sou a mais original e teimosa. Ok, prefiro acreditar que o adjetivo que ela queria usar é persistente. Meus companheiros de trabalho me identificariam como leal e a que gosta de desafios.

Minhas irmãs e eu

Minhas maiores conquistas foram também as situações de mudança que me marcaram, mais especificamente quatro:

1- Meu marido: Aos 19 anos me casei com meu melhor amigo. Fui julgada na época por conta da minha idade, mas eu sabia o que queria. Namoramos 4 meses, fomos no cartório nos informar sobre esse procedimento, resolvemos dar entrada no mesmo dia e quando os papéis saíram, me casei. Pode-se dizer que foi uma surpresa interessante para nossa família que só ficou sabendo no dia.

Único registro desse dia especial :) 17/12/2011

2- Bolsa de estudos no ensino médio/faculdade: Meus pais têm 7 filhas e por conta disso, nossa situação financeira não era boa. Devido ao meu bom desempenho nos 6 meses que estudei em uma escola particular, a proprietária da escola acreditou em mim me concedendo bolsa integral até o último ano, pois meus pais não poderiam mais pagar.

Consegui passar para a Universidade Federal Fluminense.

Um ano depois já casada, meu marido e eu decidimos mudar de estado.

Fomos morar com a família de uma tia em Taubaté para que tivéssemos chance de crescer em uma cidade maior com um polo industrial aquecido. Meu marido cumpriu aviso no trabalho e nos mudamos. Como não há federal aqui e estávamos sem condições de pagar pelos nossos estudos, nos inscrevemos para bolsas integrais para uma faculdade da cidade e passamos! Eu continuei a cursar administração e meu marido começou a estudar ciência da computação.

3- Meu crescimento e reconhecimento na empresa: 1 ano após nossa mudança, consegui estágio na área financeira em uma fábrica. O contrato era de 1 ano mas após 4 meses, fui efetivada. E 9 meses depois, fui promovida para analista financeira. Tudo aconteceu muito rápido e ser promovida em um momento de crise, me fez acreditar que eu estava no caminho certo.

Depois de quase quatro anos na fábrica onde tinha aprendido muito, esse ciclo estava chegando ao fim. Quando cogitei essa possibilidade, eu estava terminando o trabalho de conclusão de curso e pensando em qual seria meu próximo passo. Onde eu me via dali há 5 anos? Eu não me via mais lá. Apesar de amar aquele trabalho, a empresa estava satisfeita apenas em atender sua carteira de clientes habituais. Eu só tinha mais uma posição a ocupar na hierarquia e já sabia fazer todo o trabalho. Conversei com o RH da empresa que me ofereceu uma promoção. Eu teria um aumento, um assistente e me reportaria somente ao diretor. Fiquei lisonjeada pela proposta mas questionei ao RH, arriscando parecer presunçosa, se o plano de carreira terminaria ali. Ela foi muito sincera comigo e disse que sim. Inclusive, essa era a posição dela, que trabalhava lá há 28 anos. Ali eu concluí então, que era hora de partir.

4- Intercâmbios: Diante do êxito em sair da minha área de conforto para ir para outro estado, resolvi dar um passo adiante: ir para outro país aperfeiçoar o inglês. Depois de me formar, me aventurei sozinha em outro país por 2 meses, topando o novo desafio de fazer amigos e conhecer novos lugares falando uma língua que não é meu primeiro idioma. Aperfeiçoei não só a língua, mas também minhas habilidades sociais, conhecendo pessoas de todos os cantos do mundo.

Meu primeiro intercâmbio de curta duração— NY 2014
Segundo intercâmbio 8 semanas — San Diego- CA 2017

Como cheguei até aqui:

Ano passado, recebi um e-mail da Cia de Talentos, com informações sobre o Trainee da Johnson. Ali resolvi pesquisar sobre a história da empresa e descobri que antes que eu pesquisasse sobre ela, a Johnson já havia pesquisado sobre mim. Sim, bem antes. Nos anos 90, eu já dançava no banho ao usar meu shampoo “chega de lágrimas”. A propaganda com a aquela música que me lembro perfeitamente até hoje, marcou uma geração e se você começar a frase: “Lavar a cabeleira com Johnson’s Baby..” provavelmente, alguém terminará a sentença com aquela melodia. Ainda uso aquele shampoo e é pouco provável que alguém não faça uso de algum produto da marca, pelo menos uma vez por dia.

Minha pesquisa me mostrou também, todos os seguimentos que a empresa atende, suas aquisições e seu marco na história. É isso! É isso que eu sempre busquei!

Uma carreira em uma empresa globalizada que tenha conquistado a confiança de gerações e que por consequência, consegue entrar em cada lar fazendo a diferença na vida das pessoas diariamente! Esse é o meu propósito de vida e é legado que quero deixar. Como disse Michelle Obama: ”Sucesso não é quanto dinheiro você ganha, mas a diferença que você faz na vida das pessoas” e isso, a Johnson faz com maestria, então escolhi essa empresa antes mesmo dela me escolher.

Atenciosamente,

Adriana Petelinkar