9 histórias que provam que a galera da BG9 não tem limites no carnaval

Chamamos o pessoal da agência pra contar suas histórias de carnaval mais marcantes (para não dizer “vergonhosas” em alguns casos). As melhores você confere aqui embaixo. Vai descendo.

Marina Silva, Atendimento

Um grupo de amigas estabeleceu uma meta de quem conseguia pegar mais caras. Deu 5 horas da manhã e duas meninas estavam empatadas. 43 a 43. E o que se faz aos 45 do segundo tempo? Pênaltis e desespero. Eu sei que elas viram um paredão de seguranças e que NENHUM desses seguranças saiu ileso. A vencedora ganhou uma grade de cerveja e o recorde dela foi de 58 bocas.

Alexandre Figueirôa, Digital

Fui pro carnaval fantasiado de Super Bonder. Acontece que a 5 passos eu tinha que parar, porque me pediam para colar uma boca na outra ou uma pessoa na outra.

Thays Santiago, Produção

Fui brincar meu primeiro carnaval solteira, mas na hora de ir embora percebi que todos os meus amigos tinham casa em Olinda e eu era a única que morava longe e iria ter que voltar sozinha até Maria Farinha. Só então notei que não sabia voltar de ônibus. Fui procurar uma parada e já estava tarde da noite. Não tinha ninguém nas ruas de Olinda. Começou a chover muito e fiquei com vontade de fazer xixi. Fiz na roupa e como tava muito molhada não dava nem pra perceber. Até achar o ônibus ainda fiz xixi na roupa mais uma vez. O ônibus ainda foi dar uma volta gigante no centro do Recife e eu desci na parada errada, mas finalmente cheguei em casa. Mijada.

Julia Portela, Digital

Umas amigas minhas estavam a procura de táxi, mas não conseguiam de jeito nenhum. Por fim convenceram um cara que tinha uma carroça com cavalos a deixar elas em casa. Foi mais barato que o táxi.

Dalton Braz, RH

Meu amigo havia sido assaltado pouco antes do carnaval de 2010, então ele estava bem traumatizado com isso. Fomos para Olinda durante o carnaval e ele estava usando uma daquelas bolsinhas que penduram no pescoço, onde pôs documentos, dinheiro e o celular novo. Lá pelas 19h ele estava super alcoolizado. Acabou esquecendo que estava com essa bolsinha e achou que havia sido roubado. Caiu em prantos, saiu gritando nas ladeiras de Olinda em busca de uma viatura. Quando estava chegando próximo a um policial, chorando e gritando que havia sido roubado, perguntamos se ele estava com algum documento para abrir um BO. Foi quando ele lembrou da bolsinha e nela estava o celular. Até o policial riu.

João Gabriel Freire, Digital

No ano passado, meu aniversário caiu no domingo de Carnaval. Comemorei muito bêbado no meio…mentira. Fiquei em casa assistindo Gaga cantar o hino dos EUA no Super Bowl mesmo.

Alysson Simplício, Planejamento

Estava andando com uns amigos pelo Poço da Panela. As ruas estavam lotadas! Do nada outro grupo de pessoas começou a gritar “BEIJA! BEIJA!”. Eu e meus amigos nos olhamos e começamos a gritar batendo palma: “SE QUISER! SE QUISER!”. Militamos.

Breno Moura, Mídia

Estava em um bloco com uma amiga e ela perdeu o celular. A gente ligou pro telefone e quem atendeu foi um cara que ficava falando que era um bebê gigante. A gente marcou de se encontrar numa praça pra pegar o celular, mas fomos sem esperança, achando que era só uma trolagem do bandido. Quando chegamos na praça, tinha de fato um cara fantasiado de bebê gigante, de fralda e chupeta, e ele nos devolveu o celular.

Danilo Portela, Digital

Eu torci o pé no meio do carnaval e literalmente rolei pela Ladeira da Misericórdia. Felizmente conseguiram me parar e me levaram para comer alguma coisa na Creperia. Mas no momento em que colocaram um crepe na minha frente, vomitei nele e no resto da mesa. Claudinha, minha esposa, terminou o dia lavando o banheiro da creperia que estava todo vomitado.
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