Cara, muito bom saber que existem pessoas interessadas e dedicadas a escrever sobre música japonesa…
Jєsus Crysŧαł
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Primeiramente, não sabe o quanto eu fiquei feliz ao ler o comentário. Eu escrevo esses textos mais pra mim mas qualquer feedback é maravilhoso. Muito obrigado!

Em relação a virgindade, quis dizer no contexto dos anos 70. Ainda havia algum tabu no sexo, a maioria das músicas populares não tratavam desse assunto, apesar do debate acalorado no ocidente. Faz um tempo que escrevi esse texto mas acho que não li nenhum artigo que corroborava com a afirmação, então admito que partiu mais de achismo do que de outra coisa. Li mais sobre a evolução da representatividade da mulher na sociedade japonesa, e a partir do fim da guerra as coisas mudaram muito - o que se refletiu na desvalorização da virgindade, mas aos poucos. Ao menos no budismo existe um certo tabu. Sinto que a partir dos anos 80 a coisa passa a ser tratada com mais naturalidade, e hoje em dia já li que ninguém liga mais pra isso mesmo. Veja a letra de “Virgin Love” do AKB.

Quanto ao tamanho dos bichos e densidade dos parágrafos, bem… a gente sai dos departamentos de Ciências Humanas mas o academicismo não sai da gente. No terceiro eu nem tentei deixar acessível, e aí pouca gente tá lendo. Fica até meio pedante, né? Pros próximos artigos vou tentar equilibrar melhor isso.

Mais uma vez obrigado pelo comentário.

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