minha curta vida com um e-reader
essa texto não é um review, certo? ótimo, vamos lá.

depois da constante propaganda illuminati a que fui submetido do amigo Izzy Nobre , foi com grande empolgação e expectativa que aguardei o lançamento do Kobo Touch no Brasil pela livraria cultura lá pelos idos de 2012. eu já namorava o aparelho desde 2011. foi nesse ano que eu conheci a tecnologia e-ink e aquilo fez meu coração palpitar e os olhos brilharem de regozijo.
na época eu trabalhava a duas quadras de uma livraria cultura, e por ser um dos primeiros a adquirir o bichinho na loja deles, fui agraciado com um mimo: uma camiseta G de tamanho M escrito Kobo Touch. eu usava ela pra jogar bola, inclusive.
depois que eu adquiri ele, só no primeiro mês gastei mais de setenta horas lendo todos os livros que estavam na minha check list desde o primário e a minha produtividade no serviço caiu na mesma proporção. comecei a ler os livros do Llosa e ele ser tornou um dos meus autores favoritos. sofri uma overdose de conteúdo, aprendi a ler até três livros simultaneamente e os meus pensamentos só viviam neles. ao menor sinal de sono, começava a minha viagem para westeros.
conto nos dedos às vezes que o meu kobozim beijou o chão, mas mesmo assim ainda o culpo pelo falecimento precoce do meu amado e-reader. (quer dizer, ele está vivo, mas a parte superior do display está ilegível)
o fato é que agora não vivo mais sem um e-reader. mas agora foi dado a mim com muito amor a oportunidade de viver com um Kindle Paperwhite. ❤
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