Aceita tua sombra | aceita teus vilões.

Sinto medo, sinto ansiedade,
Sinto desejo, quero a verdade,
Faço planos, sonho todos os dias.
Vilões espalhados, por essas vias.

Para, respira, inspira, porque não estás ao léu,
O que te agita, ó Minh’ alma? O que te agita?
Esperneio, submeto meu olhar ao céu,
Relógio tic, relógio tac, mas o que me agonia?

Estranho frio na barriga, preocupação devaneia,
Acalma-te criatura. Injetas um calmante em tua veia.
Anseio pela resposta que procuro,
Resposta, singular? Olhe para o teu lado obscuro.

Por que dizes isso? Obscuro me assusta!
Como posso buscar resposta, naquilo que me enlouquece?
Pobre eu, pobre eu: no antídoto, está a cura,
Na tua fraqueza, estará a chave que te fortalece.

Ouviu? Não te esqueces!