Como ensinar a prática de Gestão de Pessoas em Universidades

Quem estuda medicina, sabe que não adianta só prestar atenção nas aulas, estudar, ler livros e ir bem nas provas para tornar-se médico(a).

Conhecimento é muito importante, mas chegará um momento em que este médico ficará diante de pessoas reais, com problemas reais e terá que tomar decisões rápidas e assertivas.

Eis a diferença em “saber” e “saber fazer”. Um complementa o outro (teoria e prática) e “saber fazer” requer prática, experimentação e repetição. No caso da medicina, existe uma etapa do processo de formação, onde os alunos — com acompanhamento de seus mestres — aplicam seus conhecimentos em casos reais, atendendo pessoas reais e com problemas reais — é a residência. E no caso dos profissionais de gestão de pessoas?

Você já pensou ser atendido por um médico(a) recém formado? Muitas vezes já é difícil levar a sério um médico muito “novo”, imagina se você soubesse que ele nunca operou alguém antes e você será o primeiro! Mas ele sabe como fazer, fique tranquilo …

Parece loucura, não é mesmo?

Mas infelizmente é o que acontece em várias áreas, inclusive gestão de pessoas. Profissionais recebem conhecimento, fazem trabalhos, fazem provas, recebem um canudo e são largados no mercado, para “aprenderem a fazer” em alguma empresa que lhes sirva de laboratório para “testarem” as lições aprendidas.

Algumas universidades e faculdades já perceberam essa necessidade e fizeram deste “limão uma limonada”, criando “empresas júnior”, “escritórios modelo”, etc. para que seus alunos saiam “sabendo fazer” também. São os casos de cursos de administração, direito, fisioterapia, algumas engenharias, etc.

Para quem estuda gestão de pessoas isso também pode acontecer, desde que a universidade, professores e alunos estejam dispostos a fazer “uma limonada” com este limão. Vou explicar:

a) O aluno do curso de gestão de pessoas quer sair preparado (teoria e prática), para ter melhores chances no mercado de trabalho.

b) A universidade quer formar ótimos profissionais e que estes consigam se colocar bem no mercado.

c) Os professores querem ter a oportunidade de ensinar a parte prática dos processos de gestão de pessoas.

Agora imagine o seguinte cenário:

A universidade com uma “empresa júnior de gestão de pessoas” que oferece serviços de gestão de pessoas para empresas da sua região - inclusive recrutamento e seleção — e serviços para seus alunos e possíveis alunos.
Imagine essa empresa júnior sendo conduzida pelos alunos do curso de gestão de pessoas, orientados pelos professores (teoria + prática). Ajudando alunos da universidade (preparação de currículo, preparação para entrevista, planejamento de carreira) e empresas (descrição de cargos, recrutamento e seleção, cargos e salários, avaliações, estruturação de diretrizes organizacionais, organogramas, procedimentos, etc). Imagine ela cobrando para prestar esses serviços — mesmo que valores simbólicos- mas gerando receita suficiente para ser auto sustentável. Bônus: empreendedorismo e gestão de empresas.
Uma solução simples e extremamente relevante para a universidade, para as empresas, para alunos da universidade e para professores. E o melhor, está ao alcance da universidade/faculdade que topar o desafio!

Se você é professor, aluno ou trabalha em alguma universidade/faculdade com curso de gestão de pessoas, entre em contato comigo e vamos “fazer deste limão uma limonada” e “aprender a fazer” gestão de pessoas! Vamos ajudar quem precisa, resolvendo casos reais e fazendo a gestão de pessoas ser reconhecida entre os empresários.

Aguardo seu contato — https://about.me/alessandroassmann