Caro Gustavo concordo com o seu pensamento e complemento que há muito já passamos da hora e precisamos mesmo trilhar caminhos alternativos para que possamos viver e trabalhar com coisas que façam sentido para nós, preserve Gaia e sobretudo façam diferença na vida das outras pessoas. Pessoas como Yunus que “cunhou” o conceito de empresa social e negócios sociais tem inspirado novos modelos de empresas que se dedicam a criação de produtos e serviços que realmente beneficiem a população combatendo a pobreza ou melhorando o sistema de saúde e educação e gera lucro, mas não há maximização do mesmo. Programas como os do Schumacher College, Gaia Education, Green School, que visam educar e capacitar pessoas rumo a uma cultura mais sustentável têm ampliado sua atuação. O Gaia Education, presente em 35 países, já está no Brasil, no Rio, há 6 anos, (eu acabei de fazer parte da turma de 2015). A Schumacher está atuando em São Paulo. Precisamos ampliar esta rede de pessoas de todas as idades que estão se capacitando na busca de soluções criativas para os desafios que teremos na transição do modelo econômico vigente para um “capitalismo” novo, mais humano.
Hora de aceitar que o Capitalismo não deu certo
Gustavo Tanaka
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