Venho descrever aqui uma história de amor e ódio que vem tirando meu sono há alguns dias. Fui um usuário de Mac por grande parte da minha vida pessoal e acadêmica. Quem já usou Mac sabe o quanto você se torna dependente das “facilidades” que o sistema te oferece. Os atalhos de teclado por exemplo enraizaram no meu cérebro de tal forma que ainda hoje depois de 9 meses sem usar o sistema diariamente, consigo executa-los com a maior tranquilidade do mundo. No trabalho, que conta quase 90% do meu dia na frente de um computador, quando não na maioria 100%, uso exclusivamente Windows. Depois de vender meu Mac e como hoje é quase impossível, pra não dizer burrice pagar 4 ou 5 mil reais em um novo. Resolvi utilizar o notebook da minha namorada, que estava pegando pó na prateleira. Quem me conhece sabe que não sou um usuário amigável do Windows. Depois de 3 anos trabalhando como programador e desenvolvendo ambientes amigáveis no Linux para usuários do Windows, valorizo todo o conhecimento que adquiri com o sistema Linux. Mas não sou o mesmo garoto de 17 anos que tinha muito tempo livre e uma mente insaciável por desafios. Por este motivo resolvi buscar uma distribuição Linux que sanasse meus vícios do Mac OS. Depois testar algumas distribuições encontrei o Elementary OS. Um Linux com cara, perna e cabeça de Mac OS. Baseado em Ubuntu o sistema me surpreendeu muito. Com todos os atalhos do Mac OS, um visual muito refinado e elegante foi de longe a melhor opção que encontrei. Mas como nem tudo são flores, encontrei algumas pedras no caminho. Infelizmente o touchpad uma das maiores virtudes do meu antigo MacBook Air não funcionou direito. Depois de muito pesquisar consegui finalmente fazer com que ele funcionasse me partes, pois a rolagem com os dois dedos não está 100%. Hoje estou usando um mouse externo USB pra não deixar de usar o sistema. Me recuso a usar o Windows e tenho certeza que com um pouco mais de empenho vou conseguir resolver o problema. Pra quem conseguiu rodar a suíte Office da Microsoft integralmente no Linux em épocas que isso era apenas um sonho é apenas mais um desafio. Fica aqui o meu muito obrigado pra quem leu o texto até o final. Um grande abraço e até logo.

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