Sábio como uma porta | Editor-chefe da Fazia Poesia
a minha cabeça não para!disparaqual é o rumo que eu devo tomar?eu devo remare partirou deixar o meu barcopor aípor si sóa defletir
“cadê o verbo?”,pergunta o substantivo.não sei! disseram o adjunto de afirmação.
acordei no meio da madrugadae lembrei de você
meu pensamento é nuloe chulopor vezes em cima do muroparo e reparono horizonte na linha reta que faz o muro com o monteno discurso que…
eram os deuses poetas?munidos de palavrasrimas e garrafasde vinho e cachaçacerveja barata euma dose de quentão