GESTÃO, UM TERMO REVELADOR

Quando você utiliza o termo gestão de marcas ou mesmo branding para ser mais exato o que vem à sua mente? Provavelmente, um grande número de pessoas entende e responderia como algo ligado a criação de logotipo e ações de mídia.
Esse grande número de pessoas entenda-se por clientes e profissionais da área também. É mais comum do que imaginamos a compreensão equivocada do termo gestão nesse caso. Ainda mais, porque profissionais de comunicação não estudam sobre gestão ao longo de suas faculdades.
O termo gestão em si já é bastante revelador. Observemos que ele é utilizado em atividades e áreas administrativas como: gestão financeira, gestão comercial, gestão de pessoas. Processos que envolvem metas, indicadores, prazos, planejamentos e recursos bem delimitados.
Quando pensamos em gestão da marca porque seria diferente? O termo gestão já deixa claro o anseio por um trabalho com forte teor administrativo e gerencial, o que normalmente é tratado de forma dispersa ou superficial.
A dimensão gerencial é fundamental em todo e qualquer projeto de branding. Sem ela o cliente pode ter um excelente trabalho em mãos, mas não vai ter capacidade para executar atividades que agreguem valor a marca no médio e longo prazo.
É como se estacionássemos uma Ferrai na garagem do cliente. Ela está limpa, com polimento impecável e de tanque cheio. Mas esse cliente simplesmente não sabe se quer dirigir um carro, quanto mais algo do nível de uma Ferrari. Ou seja, essa máquina que você estacionou na garagem só vai ser útil para impressionar as visitas.
Em resumo, sem uma gestão efetiva a marca nas organizações não passa de uma boa ideia pouco implementável. Ao falarmos em gestão da marca ou branding devemos compreender de forma ampla. Assim, o cliente vai ter um trabalho em toda dimensão da sua marca e o profissional vai gerar uma outra percepção de valor sobre o seu trabalho.
Kleyton Pinheiro - CEO Alfabeto Branding