Em UniVerso

Das estrelas que ainda não contei no céu

Verso passado, num céu de entardecer com nuvens tão claras e raios em explosão. Eles, os raios, tentavam sair por todas as partes daqueles flocos brancos que os encobriam. Em meio ao verso do tempo fiz uma prece agradecendo e pedindo orientações divinas.

Quando olho pro céu é como se conversasse comigo de fora de mim, não como uma pretensão em ser Deusa ou Deus, só sinto reflexos da natureza em meu ser. Sinto movimentos de ciclos e unicidades na minha caminhada. Antes ficava intrigada achando simplesmente que eram viagens da minha cabeça imaginativa de um criativo ser. Hoje mais do que nunca, sinto que sinto e reflito, acontece de maneira real. As sensações sublimes, e outras nem tanto, desse dialogar com a casa externa do corpo, o universo.

Verso e converso em tempo do meu maturar e referenciais da minha estrada, das transformações do ser, do meu caminho, das músicas que ouço, das leituras, das trocas interpessoais, das experiências do viver. Tenho tentado aquietar mais a alma pra escutar melhor essa música do infinito de estrelas que ainda não contei no céu. Sentir o que o meu corpo diz, o que no íntimo do meu ser faz sorrir e gargalhar em bem, amor, universo e flor.

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