Posso afirmar sem problema algum de que não sei do que se trata a vida.
Inclusive, pouco entendo sobre muitas questões das quais dissertam livremente por aí! É serio!
Parece até loucura mas não sou o cara mais indicado pra conversar sobre amor;
Não saio de cima do muro em feminismo e machismo;
Não concordo e nem discordo do aborto;
Por razões óbvias também não sei o que falar de saudade;
Não consigo entender a bebida e pouco menos o bêbado;
Não te olho de cima a baixo e reparo na sua roupa, pouco menos na cor dos teus cabelos;
Não estou habituado a discutir e debater questões religiosas e morais;
Não me sinto bem conversando sobre política;
E poxa, me sinto totalmente orgulhoso dessa forma.
Não que eu ache minha falta de opinião em todos esses assuntos um grande feito, não, longe disso!
Mas um fato pouco aceitado atualmente, é de que as pessoas demoram anos para entender que nem todo mundo pensa igual, e que, no fim das contas, a vida não é esse Toddynho que você tá tomando.
E pra quê essa discussão toda?
Vai ouvir um blues; achar um novo amor; caminhar ou viajar; vai beber e ouvir alguns discos novos.
Muitas pessoas das quais amo não tem nem 30% de concordância ao que se diz respeito à mim.
O fato é:
Respeito à todos estes de forma igualitária, pois acredito que todos tendem a querer o bem.
E bem, nesse meio tempo que vocês discutem qual lado é o lado bom do disco;
Eu prefiro apenas ouvir as músicas.

-Alison Jonatan Vasconcelos.