Sentada e escrevendo enquanto tomo uma cerveja e dou uns tragos na cigarrilha que eu mesma apertei e bolei. Parece a coisa mais natural do mundo, como se eu tivesse sido feita para esse momento de total contato comigo mesma. Dou risada porque me conheço melhor do que qualquer um e sei que apesar de saborosa, não gosto tanto de cerveja quanto gosto de me desafiar. E continuo rindo porque ecoa na minha cabeça aquela canção que anuncia que não tem nada como um dia após o outro.
Quem sete vez cai,
Levanta oito.