Olá galera, primeiramente gostaria de parabenizar você que resolveu largar tudo e seguir o seu talento, esse foi o maior desafio em minha caminhada no áudio (que está apenas no começo). Escolhi a música muito cedo, quando morava no estado do Ceará e aos 13 anos comecei a tocar violão. Com 16 já tocava profissionalmente e dava os meus primeiros passos na produção musical e no áudio, criando arranjos para minha banda e gravando alguns amigos ou eu mesmo. Logo fui me enveredando pela parte mais eletrônica da música até chegar ao áudio e aos conceitos eletrônicos e físicos do mesmo, hoje estou aqui. Moro no Rio de Janeiro, estudo Produção Fonográfica e trabalho como produtor musical e técnico em estúdios e empresas de sonorização.
Não pretendo dar palpites técnicos nesse blog. Por dois motivos: já existem pessoas demais fazendo isso e eu ainda estou aprendendo-os. Gostaria de falar sobre o que um profissional da minha idade, recém chegado no mercado, observa e passa para conseguir trabalhar e se firmar no mercado.
Em um primeiro momento gostaria de encorajá-lo a não desistir de seus objetivos, seguir em frente e não perder o foco… Perder o foco pode ser a pior coisa, eu já passei por muito “perrengue” por aqui, mas recusei vários empregos nos quais eu deixaria de ter um contato diário com a minha paixão profissional. Outro ponto muito importante! Seja um “CARA DE PAU”, isto é, nunca perca a oportunidade de se oferecer para um trabalho, de perguntar se precisam de você, de se meter nas conversas e etc… Você pode até cometer algumas gafes, contudo garanto-lhe que as melhores oportunidades virão daí e não das centenas de currículos mandados para estudios e empresas. De todos os conselhos recebidos, acredito que o mais importante foi o do meu primeiro chefe no Rio de Janeiro (Flavio Pascarillo): “você tem que aparecer!!!”… E caiu como uma luva! Use as mídias sociais e os pequenos trabalhos que você faz a seu favor. Quanto mais você trabalha, mais as pessoas querem trabalhar com você!
Bom, eu poderia ficar horas aqui falando, mas tenho que voltar ao trabalho. Ah, quase esqueci, as pessoas que trabalham com o que gostam tendem a ser um tanto quanto “workaholic”. Até a próxima.
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