Quando eu era pequena, tipo quatro anos, eu comecei a ficar muito fã das minhas próprias coisas. Com alguma frequência eu abria as gavetas da minha cômoda e pegava o máximo de roupas possíveis que cabiam entre meus bracinhos. Eu carregava esses pertences até a sala e, diante da minha mãe e da minha falecida tia, dizia: É, TUDO, MEU!, e enquanto…